A Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, exibiu na última semana um novo buscador que promete revolucionar a internet. Batizado de Wolfram Alfa, o sistema de buscas será apresentado ainda neste mês. (mais…)
Visitado por mais de dois terços (67%) da população on-line mundial, os ‘Member Communities’ que englobam as redes de relacionamento e blogs se tornaram a quarta categoria on-line mais popular – à frente do e-mail pessoal. (mais…)
O Google anunciou hoje o lançamento do Google PowerMeter, uma espécie de medidor de energia online, em tempo real, pela página do iGoogle. Trata-se da chegada da companhia no setor elétrico em movimento à redução do consumo de energia.
Por meio do serviço, o Google oferece o monitoramento com informações de quanto cada usuário gasta de energia em casa, por exemplo. De acordo com o site IDGNow!, a empresa está conversando com agências públicas dos Estados Unidos e de outras partes do mundo para investir na construção de um grid, cujo objetivo será levar a eletricidade dos anos 50 à era digital.
Ainda em fase de testes e captação de parceiros, o serviço não está aberto ao público.
Em vídeo explicativo, além de depoimentos sobre o tema, a equipe do Google faz uma brincadeira: na foto lê-se a frase, “se você não pode medir uma coisa, não pode melhorá-la”, citada por Lord Kevin. Ao final do filme, a frase é mudada para o sentido positivo.
Confira o vídeo explicativo do PowerMeter postado pelo Google:
O crescimento no número de empresas que utilizam o Twitter para se relacionar com os consumidores fez com que o serviço passasse a buscar uma maneira de lucrar com o uso corporativo do site.
Segundo Biz Stone, cofundador do Twitter, mais empresas passaram a utilizar o serviço e um grande número de internautas está “seguindo” essas contas. “Nós podemos identificar modos de fazer com que essa interação seja mais valiosa e começar a cobrar pelas contas comerciais”, afirmou Stone em entrevista à revista britânica “Marketing”.
Ele também afirmou que não existem planos de cobrar pelo acesso de indivíduos e que o valor das contas corporativas ainda não foi definido.
Avaliado em US$ 250 milhões, o Twitter saiu da esfera “geek” para se tornar sucesso no universo popular. Segundo uma pesquisa da companhia de marketing em internet HubSpot, o serviço não está restrito ao uso de pessoas. “Cada vez mais empresas da indústria de marketing e eventos usam o Twitter como um estandarte da comunicação”, diz o estudo.
Como muitos de vocês devem saber, a missão do Google é “Organizar a informação do mundo e fazê-la universalmente acessível”. Para mim, o mais interessante na missão é que, se vocês prestarem atenção, ela em momento algum menciona a web. Ou seja, queremos organizar toda a informação do mundo.
Isso logicamente não é uma terefa fácil, mesmo para uma empresa como o Google. Mas temos alguns projetos nessa direção: Google Maps organiza informações cartográficas e de listagens de negócios que nem sempre estão (ou estavam) disponíveis na Web, Google Books organiza livros que até hoje só podiam ser acessados de dentro de uma biblioteca etc, etc.
Bom… mas e daí?
Nesse post eu gostaria de mostrar para vocês alguns resultados de busca que o Google pode lhe dar e que nem sempre estão disponíveis em páginas web. Ou pelo menos são uma forma fácil de acessar. Isso está disponível através da funcionalidade de “Onebox”do Google.
Quer saber se vai dar praia? Tente “previsão do tempo no Rio de Janeiro”
Ou que tal um cineminha? Experimente “filmes próximo a Lourdes, Belo Horizonte”
Vai esticar para um restaurante depois? Busque por “restaurante no Itaim Bibi, São Paulo”
Quer saber onde fica um determinado endereço? Digite o endereço na caixa de busca: “Av. Brigadeiro Faria Lima 3900, São Paulo”
E tem mais…
Quer fazer uma conta rápida? Experimente digitar “200*30/10″.
E se precisar saber quanto está o dólar hoje? Peça por “1 dólar em reais”.
Ou precisa de uma rápida conversão de medidas? Que tal “10 jardas em metros”
Precisa saber o significado de uma palavara? Tente “defina proparoxítona”
E muito mais virá por aí, para que você tenha os resultados de suas buscas o mais rápido possível.
Publicado em 16/12/2008 por Marcelo Quintella, Gerente de Produto do Google, no Blog do Google Brasil
A crise financeira global não abalou o faturamento da mídia brasileira com publicidade. Quase todos os setores da comunicação registraram alta e mais uma vez o destaque foi para a internet, de acordo com dados do Projeto Inter-Meios.
O meio digital ampliou em45% o ganho com propaganda registrado em outubro e 47% nos primeiros dez meses do ano, totalizando R$ 596 milhões. A TV aberta, com o domínio de quase 70% dos investimentos em mídia no país, teve alta de 8,8% em outubro em relação a outubro de 2007. Por sua vez, os jornais marcaram aumento de 4,04%.
O único meio que registrou queda foi o segmento de Guias e Listas, com decréscimo de 7,33% em outubro, comparado ao mesmo mês de 2007. No ano inteiro, a queda já é de 10,7%.
O Google aumentou sua participação para 72% das buscas online nos Estados Unidos em outubro. O aumento é de 7,6 pontos percentuais ou 11% a mais do que o mesmo período no ano anterior, de acordo com a Hitwise.
Segundo informou o PC World, o Google tinha 64,49% das buscas americanas em 2007 e desde então está abocanhando participação dos concorrentes. O Yahoo! Search, em outubro deste ano, registrou 17,74% de participação, queda em comparação aos 21,65% que tinha em 2007.
O serviço de buscas do MSN, Search MSN, também perdeu participação em um ano, e passou de 7,42% em outubro de 2007 para 5,4% no mesmo período deste ano. Em relação setembro de 2008, que teve 5,36%, contudo, houve aumento.
A comScore afirma que em outubro deste ano a participação do Google no mercado de buscas cresceu 7% em relação ao mesmo mês de 2007.
Os investimentos globais em publicidade devem crescer 2,7% em 2009 em pleno momento de crise econômica. Um relatório apresentado pelo diretor de pesquisa da Magna, Robert Coen, prevê que por a tendência o montante investido alcance US$ 382 bilhões.
Apesar da estimativa otimista, o mercado norte-americano deve sofrer retração. Segundo Coen, o mercado daquele país deve faturar 259 bilhões de dólares, queda de 4,5% em relação a 2008. A queda, de acordo com ele, principalmente se deve ao mau momento financeiro e à queda de investimento em relação ao período dos Jogos Olímpicos de Pequim, realizados este ano.
Coen ainda afirma que a retração do mercado norte-americano fará história. Desde a grande depressão dos anos 30 que o setor não sofre queda consecutiva dos investimentos por três anos como sentidos de 2007 para 2009.
09/12/08, da redação Adnews, com informações são do AdAge.
A gigante da internet anunciou hoje (08/12) que formatou as propagandas AdWords de texto e imagem para Android e iPhone.
Outras plataformas móveis que tiverem navegadores com “Full HTML” também poderão contar com o recurso. Segundo o Google, agora os anunciantes serão capazes de usar os dispositivos móveis para criar campanhas junto aos desktops, ou específicas.
O modo de criação da campanha segue o mesmo formato para ambos, e o usuário poderá optar pelo meio de divulgação: se quer apenas em computadores fixos, ou somente nos telefones, ou em ambos.
Durante o processo, será possível obter relatórios de qual dos modos obtém mais cliques e melhor resposta.
O sistema AdWords se baseia em propagandas em forma de links, que são geradas a partir de palavras-chave em sites de busca (como a rede do Google e AOL) criando uma publicidade bem segmentada e, relativamente, barata.
Veja o vídeo criado pela Gerente de Marketing de Produtos do Google Mobile, Alexandra Kenin, que ilustra o funcionamento do recém-lançado dispositivo para telas menores. http://info.abril.com.br/aberto/infonews/122008/08122008-29.shl
08/12/2008, por Guilherme Pavarin, da INFO Online.
Com o objetivo de atrair novos membros para a sua base de usuários, o MySpace anunciou nesta segunda-feira (08) uma aliança com o Google.
A parceria faz parte dos esforços do MySpace para conter o crescimento do seu rival, o Facebook.
Com o acordo, o registro da rede chamado de “MySpaceID” passa a ser compatível com qualquer site que ofereça suporte a ele. Dessa forma, os 127 milhões de usuários da rede poderão se conectar mais facilmete ao seu círculo social enquanto navegam na web.
Para Max Engel, chefe do MySpaceID, o sistema oferecido pelo Google trará mais vantagens para blogs e sites menores.
Das 36,3 milhões de pessoas que têm acesso à internet em casa, 24,4 milhões navegaram em outubro, por um tempo médio individual de 24 horas e 41 minutos no mês; também aumentou uso de sites financeiros. Para todos os ambientes, o número de pessoas com acesso subiu para 43,1 milhões.
O total de internautas residenciais ativos no Brasil em outubro de 2008 foi de 24,4 milhões de pessoas, 3,0% menos que o mês anterior e 19,1% maior que os 19,9 milhões de outubro de 2007, segundo o IBOPE//NetRatings. O número de pessoas que moram em residências em que há computador com acesso à internet é de 36,3 milhões.
O tempo de navegação por pessoa em outubro foi de 24 horas e 41 minutos. Esse tempo foi 4,7% maior que o do mês anterior e 6,4% mais que o de outubro de 2007. Os países que mais se aproximaram do Brasil em tempo individual de navegação foram a França, que chegou a 23 horas e 10 minutos, e o Reino Unido, que ficou com 23 horas e 4 minutos.
“Os sites de relacionamento concentram a maior média de consumo por pessoa no Brasil. Em outubro de 2008, a participação de redes sociais, blogs, fóruns e outros sites de grupos de interesse foi de 34,5% do tempo total navegado”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE//NetRatings. “Mas neste momento também cresce o tempo por pessoa em sites de vídeos, e-mail, buscadores, serviços de armazenamento de dados, notícias e games”.
Em audiência única, as categorias que mais cresceram percentualmente no mês de outubro em relação a setembro foram ‘Ocasiões Especiais’, que aumentou 4,2%, e ‘Finanças e Investimentos’, que evoluiu 3,5%. Por causa da crise financeira, a subcategoria de sites de notícias e informações sobre economia e finanças chegou a 11,6 milhões de usuários únicos. O crescimento foi de 12,4% desde setembro e de 23,8% desde agosto.
Os usuários de sites de notícias e informações financeiras também têm consumido mais intensamente esses conteúdos. De uma média em torno de 20 páginas ao mês, cada usuário abriu 123 páginas em outubro.
O uso dos sites de notícias em geral também cresceu em outubro, por causa da procura por informações sobre os resultados das eleições municipais. A audiência única da subcategoria ‘Eventos Correntes e Notícias Globais’ passou de 12,8 milhões em setembro para 13,5 milhões em outubro. A quantidade de páginas consumidas por usuário desse grupo de sites aumentou de 29 páginas em setembro para 37 em outubro.
No período de doze meses, entre outubro de 2007 e outubro de 2008, a categoria ‘Viagens e Turismo’, com expansão de 33,4%, continuou a registrar o maior percentual de aumento, seguida por ‘Automotivo’, com 26,9%, ‘Notícias e Informações’, com 25,7%, e ‘Finanças e Investimentos’, que cresceu 24,2%.
O total de pessoas de 16 anos ou mais de idade com acesso em todos os ambientes (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas, telecentros), que havia sido de 42 milhões no segundo trimestre, subiu para 43,1 milhões no terceiro trimestre de 2008.
E, comemorando seus 8 anos de existência, a o IBOPE//NetRatings iniciou em novembro/08 campanha para recrutar colaboradores para a expansão do seu painel de internautas, abrangendo os acessos em casa e no trabalho.
Para ser parte desta nova história, o internauta interessado deve se inscrever no site, completar um perfil com todas as informações requisitadas e instalar um software proprietário em seu computador. “Esta metodologia é sólida, mundialmente reconhecida e globalmente aplicada por nosso parceiro internacional” diz Fábia Juliasz, CEO do IBOPE//NetRatings.
A pesquisa do instituto Precursor – já contestada pelo Google – alega que a empresa de internet utiliza 16,5% da capacidade de consumo da internet comercial nos Estados Unidos. Em 2010, a empresa consumirá 37% de toda a banda, aponta o estudo.
O alto consumo do Google é puxado pelos robôs de busca que vasculham as páginas da internet indexando conteúdo e pelos vídeos do YouTube, que respondem por quase a metade todo o streaming da web, segundo o estudo.
O estudo estima que o Google gastou cerca de US$ 344 milhões para financiar a banda larga comercial em 2008 – o que equivale a 0,8% dos custos mensais com a internet, que somam US$ 44 bilhões.
O instituto sugere que, portanto, os usuários garantem um subsídio de US$ 6,9 bilhões ao Google, só nos Estados Unidos.
Scott Cleland, presidente da Precursor e autor do estudo, disse no blog da empresa que a principal conclusão do estudo é que os maiores usuários de banda – como o Google – devem ter uma contribuição proporcional para os custos de infra-estrutura.
O Google já rebateu as críticas em um de seus blogs, acusando o estudo de ser parcial. Richard Whitt, conselheiro de mídia do Google, afirmou que Cleland é pago por empresas de telefonia e cabo, como AT&T, Verizon e Time Warner.
Segundo Whitt, o Google já gasta bilhões com banda e servidores para manter seus data centers e para trafegar os dados dos seus domínios para o backbone da internet.
O executivo argumenta ainda que é um erro contabilizar serviços usados voluntariamente pelos internautas por meio dos seus pacotes de banda larga como responsabilidade do Google.
Por Daniela Moreira, de INFO Online, publicado no AdNews em 05/12/08
O Google anunciou mudanças no YouTube para evitar que práticas de SEO (Search Engine Optimization) sejam utilizadas para manipular o usuário.
Em seu blog, o site revelou uma série de mudanças que planekam esconder vídeos considerados pouco relevantes e dar mais visibilidade a vídeos com potencial de obter alta audiência.
De acordo com o texto, mudança mais significativa está no algoritmo usado pelo YouTube para sugerir vídeos relacionados ao final do vídeo que estava sendo transmitido.
De acordo com os administradores do site, muitos publicadores utilizam técnicas de SEO para enganar os internautas, como por exemplo, o preenchimento de com informações erradas os campos de tags, títulos e descrições. Isto pode ser feito para associar um vídeo a outro muito popular e alavancar a audiência de um conteúdo de forma artificial.
Outra alteração é na forma como o YouTube exibe as miniaturas de vídeo. O site não irá mais vai escolher o primeiro frame do vídeo, mas sim um frame aleatório, o que deve evitar a utilização de imagens apelativas para chamar a atenção do usuário.
A terceira modificação é no filtro do YouTube para combater o conteúdo pornografico. O novo filtro vai restringir também vídeos que possuem conteúdo “sexualmente sugestivo”, nas palavras do Google.
A empresa considera “sexualmente sugestivos” vídeos que insinuam relações sexuais ou mostram imagens de nudez parcial. Se não forem banidos do site, os vídeos solicitarão confirmação de idade para que possam ser transmitidos.
A F/Nazca divulgou a 3ª edição do levantamento sobre Internet no Brasil, realizado com apoio operacional do Datafolha. A pesquisa apontou que o país tem 64,5 milhões de internautas com mais de 16 anos identificados.
O relatório se restringe aos usuários com mais de 16 anos pelo fato de pegar amostragem eleitoral, ou seja, entrevista apenas os que têm idade suficiente para votar.
A pesquisa mostra que uma fatia cada vez mais abrangente dos brasileiros usa a rede mundial de computadores como plataforma ativa de consumo.
Do total, segundo o estudo, 55% já incluíram algum conteúdo na rede, 51% citam a busca de informação como principal motivo da navegação e 48% levam em consideração a opinião de seus pares publicada na Internet, antes de efetuar uma compra. Além disso, 26% deles já publicaram opinião e 20% fizeram reclamação on-line sobre algum produto ou serviço.
O estudo apontou ainda que o ativismo do consumidor com acesso à Internet aumenta, quanto maior forem a renda e a escolaridade. Entre os internautas com ensino superior completo, por exemplo, 45% já publicaram opinião sobre produto ou serviço.
Os dados ganham ainda mais relevância quando se leva em consideração o fato de que a assiduidade é um dos pontos mais marcantes do perfil de navegação no Brasil: 87% dos internautas entram na rede pelo menos uma vez por semana e 38% o fazem todos os dias.
Segundo Fernand Alphen, diretor nacional de planejamento da F/Nazca, esses dados confirmam a tendência irreversível do consumo colaborativo no País. “O famoso boca-a-boca não tem mais limite geográfico. A nossa pesquisa demonstra que o consumidor está se conscientizando cada vez mais do seu poder e utilizando de maneira ativa e inteligente os recursos disponíveis na rede”.
A F/Nazca realiza a pesquisa sobre Internet no Brasil semestralmente. No levantamento de agosto, foram feitas 3.003 entrevistas distribuídas em 172 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e nas estimativas de 2008 (Fonte: IBGE).
Ibope
Os números do Datafolha são bem mais otimistas que os do Ibope. O Instituto anuncia que o país tem 40 milhões de internautas e divulgou recentemente passará a medir também o acesso à internet no ambiente de trabalho.
Após um lançamento fenomenal, o crescimento do Google Chrome empacou, segundo o relatório da Net Applications que aponta que o navegador do Google não sustentou o ritmo inicial de crescimento e, atualmente, está atrás do Opera.
De acordo com o texto, as estatísticas de uso de navegadores realizadas pela Net Applications no mês de outubro apontam que o Chrome ficou com apenas 0,74% de market share.
Se observada a estréia impressionante do browser, os números atuais são decepcionantes. O Chrome chegou a anotar 2,6%* de participação de mercado apenas um dia após o Google liberar seu download.
Pelos novos dados da Net Applications, o navegador despertou a curiosidade dos usuários, mas foi deixado de lado logo em seguida.
O Google afirmou que a oscilação de mercado no caso do Chrome é normal e atribuíu a queda ao fato da versão disponível do software ser um beta, o que caracteriza ainda a falta de alguns recursos.
Os dados do estudo levam em conta dados recolhidos de 40 mil sites hospedados na América do Norte e na Europa e abrangem um universo de 160 milhões de usuários únicos.
Segundo a Net Applications, o líder de mercado ainda é o Internet Explorer, que detém 71,3% do mercado, seguido pelo Firefox com 20%. Em terceiro lugar aparece o Safari, da Apple, com 6,6%. O Opera tem 0,75% e o Chrome 0,74%.
As receitas de publicidade na web atingiram US$ 5,9 bilhões no mundo durante o terceiro trimestre, um aumento de 11% em relação ao mesmo período do ano passado e de 2% se comparado ao segundo trimestre deste ano. Os dados foram divulgados por meio de um estudo da Interactive Advertising Bureau (IAB) e da PricewaterhouseCoopers LLP (PwC).
A previsão é que no quarto trimestre, apesar do crescimento global na casa dos dois dígitos, os investimentos em anúncios on-line devem permanecer estáveis.
Apesar do cenário econômico complicado por causa da crise financeira, os resultados do terceiro trimestre de 2008 tornaram-se o segundo mais elevado em receita com publicidade pela internet da história. Nos nove primeiros meses do ano, as receitas foram de US$ 17,3 bilhões, cerca de 14% superiores aos US$ 15,2 bilhões contabilizados em igual período de 2007.
De acordo com o presidente e CEO do IAB, Randall Rothenberg, afirmou que o crescimento acelerado da publicidade pela internet, que já aconteceu nos últimos anos, se estabilizou em grande parte devido à atual conjuntura econômica, mas continua a ser a mais mensurável e rentável forma de atingir os consumidores.
Segundo o sócio da PricewaterhouseCoopers LLP, David Silverman, o enfraquecimento da economia vai continuar a ter um impacto negativo para todas as formas de publicidade. Porém, segundo Silverman, a internet deve estar mais bem preparada para resistir, dada a sua capacidade de combinar a publicidade baseada em desempenho, juntamente com amplo conhecimento da marca.
O Google em conjunto com a Adobe anunciaram hoje uma solução simplificada para monitorar conteúdo em Flash chamada Google Analytics Tracking para Adobe Flash.
“Esse recurso é uma tradução do código de monitoramento do Google Analytics para linguagem de programação ActionScript 3 que simplifica dramaticamente o habilidade de monitorar conteúdo em Flash, Flex e AS3. Este novo código de monitoramento para Flash fornece todas as funcionalidades da versão baseada em JavaScript, incluindo campanhas, pageviews e pode ser usado para monitorar players de vídeo em Flash incorporados, branded microsites e widgets, como jogos on-line” explicou Nick Mihailovski, Analytics Specialist.
Esta novidade também ajuda os desenvolvedores de conteúdo em Flash a responder perguntas como:
* Quantas pessoas já assistiram ao meu vídeo?
* Será que estamos desenvolvendo algo criativo que possa atrair novos utilizadores
* Quanto eficaz é meu conteúdo para levar as pessoas a tomarem uma ação?
A equipe do AdSense está sempre trabalhando para trazer sites de qualidade para a Rede, para que você possa ir exatamente onde seu público está. Por isso, estamos muito orgulhosos de contar que temos agora os sites da Rede Record em nossa rede!
Agora, você pode direcionar seus anúncios para sites muito populares, como o do programa “Hoje em Dia”, ou do “Show do Tom”. Além disso, a Record também exibe anúncios nos sites das novelas, como “Chamas da Vida” e “Os Mutantes”.
Os formatos de anúncios disponíveis são: 728×90, 120×600, 300×250, 468×60 e você pode ainda publicar anúncios de texto, imagem e vídeo!
O Google continua a dominar o mercado de buscas americanas. A empresa obteve participação no mercado de 71,7% ante 64,5% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com estudo da Hitwise.
O crescimento da companhia é único dentre as outras empresas do ramo. A participação Yahoo! caiu de 21,7% em 2007 para 17,7% em 2008. A Microsoft também caiu, de 7,4% em 2007 para 5,4% nesse ano.
O estudo foi baseado nos hábitos de cerca de 10 milhões de usuários nos Estados Unidos. No caso dos números creditados à Microsoft, a pesquisa considera o Live.com, o MSN Search, mas deixa de incluir o Club Live.com.
O resto da fatia do mercado está sendo dividido pela Ask.com, que tem 3,5% das buscas, e por outros 43 sistemas de pesquisa que, somados, tem 1,6% de participação.
O IBOPE//NetRatings anunciou que medirá mensalmente também o uso de internet no ambiente corporativo, após anos de mensuração em residências. Com a inclusão do ambiente de empresas, o Brasil se junta a Estados Unidos, Reino Unido, Japão, França, Espanha e Itália.
Segundo aponta o Ibope, o Brasil tem hoje 40 milhões de internautas ativos, número que deve crescer com o maior campo de medição. “A internet consolidou seu lugar na mídia brasileira e continua atraindo cada vez mais pessoas em diferentes ambientes. Estamos orgulhosos em oferecer ao mercado a expansão de um painel consolidado, fruto de nosso expertise e liderança”, diz Fábia Juliasz, CEO do IBOPE//NetRatings.
O mercado virtual gerou R$ 449,1 milhões em receita publicitária entre janeiro e agosto deste ano. O crescimento foi de 45% em comparação com o mesmo período do ano passado. A web representa hoje 3,37% dos investimentos no setor publicitário.