YouTube quer conversar com outras mÃdias
Pela primeira vez no Brasil, Chad Hurley, co-fundador do YouTube, participou do Digital Age 2009 nesta quarta-feira em São Paulo. A plateia lotou o auditório e demonstrava ansiedade. Queria saber o que tinha a dizer um dos criadores do maior fenômeno de vÃdeos da web. (mais…)
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- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 27 de agosto de 2009
21,2 milhões de internautas brasileiros usam o YouTube
No Brasil, 21,2 milhões de internautas utilizaram o YouTube em julho. Cerca de 60% da população que possui acesso à internet utilizou o serviço, de acordo com um relatório do Ibope Nielsen Online. (mais…)
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 18 de agosto de 2009
Orkut ainda é a rede social preferida dos brasileiros
O Twitter cresce entre as redes sociais, mas não desbanca o Orkut na blogosfera brasileira quando utilizado para publicação de depoimentos sobre a experiência de compra com produtos e serviços. Em 2008, a rede do Google possuÃa 61,1% do share of buzz dos internautas, enquanto o Twitter respondia por 3,8% do buzz envolvendo experiências de compra. (mais…)
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 30 de junho de 2009
O uso corporativo do Twitter
Não sabe o que é o Twitter? Muito menos o que fazer com ele? Ou ainda “como minha empresa pode ser beneficiar usando o Twitter?
O Twitter é um fenômeno social e corporativo. São mais de 6 milhões de pessoas utilizando esse serviço no mundo e muitas delas estão no Brasil. (mais…)
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 9 de maio de 2009
O comercial dos sonhos
Um estudo sobre campanhas publicitárias feito pelo Google promete tornar os anúncios mais relevantes criando mais valor para as marcas.
De acordo com informações do blog oficial da empresa, o estudo foi feito a partir de varáveis como o horário da transmissão e o público. Com base nesses dados, o site analisou o comportamento dos telespectadores em relação aos comerciais que eram exibidos no Google TV Ads.
“Muitos fatores afetam audiência, como o comportamento, a natureza da programação, a hora do dia, o dia da semana, e, naturalmente, a personalidade de cada telespectador”, diz o texto publicado no blog.
Segundo o Google, esses dados combinados podem ajudar a colocar “o comercial certo, na hora certa, para o público certo”. Com isso, tanto o anunciante quanto o telespectador seriam beneficiados, uma vez que os anúncios falaram com o público certo e o telespectador verá apenas o que considerar interessante.
07/05/09, do post original da Adnews
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 7 de maio de 2009
Aos 5 anos, Orkut reina absoluto no Brasil
SÃO PAULO – A rede social Orkut completou cinco anos nesta segunda-feira (26/01), ocupando posto de site mais acessado do Brasil.
Para marcar o aniversário da rede, o Google criou um logo especial com bolo e velinhas, além de cartões especiais no aplicativo Greeting Card. No blog oficial do Orkut, Miles Johnson, gerente de marketing, promete “um monte de coisas novas†para o resto do ano.
O site é o segundo colocado em visitantes, perdendo apenas para o buscador Google, mas possui o maior volume de acessos e o maior tempo gasto da web residencial brasileira, segundo o Ibope//NetRatings.
Dados não confirmados pelo Google dão conta de que há 37 milhões de brasileiros cadastrados no Orkut. Segundo o Ibope, a rede atraiu mais de 17 milhões de internautas residenciais em dezembro de 2008, o que representa mais de 70% de toda a base de usuários conectados de suas residências no mês.
Os internautas gastaram em média 4 horas e 40 minutos na rede social – média comprometida pelas férias escolares, já que o principal público do site são os adolescentes. O Orkut já chegou a superar a marca de 5 horas navegadas em um mês.
A popularidade da rede só vem se consolidando ao longo dos últimos anos. Em 2005, mais da metade dos internautas residências já acessava a rede, com pouco mais de um ano de um ano de vida então.
“Serviços bem-sucedidos da internet já começam o jogo ganhando. Foi assim com o YouTube e com o Facebook lá foraâ€, observa José Calazans, analista do Ibope.
Para o analista, o Orkut deve manter sua popularidade – redes de sucesso lá fora, como Facebook e MySpace, têm menos de 1% de participação no Brasil –, mas não tem espaço para aumentar muito mais sua participação nos acessos residências.
Apesar de vir mantendo a média de acessos, nos últimos meses a rede vem passando por uma mudança no perfil dos participantes: o público mais maduro está ganhando espaço.
Em 2008, os jovens adultos com idade entre 25 e 35 anos cresceram 31% em participação na rede. Em contrapartida, os adolescentes aumentaram sua participação em apenas 15% no mesmo perÃodo.
26/01/09, do post original do PLANTÃO INFO
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- dia 5 de fevereiro de 2009
GrandCentral 2.0 ganhará nova infra-estrutura
Depois de um breve perÃodo de silêncio que envolve o serviço GrandCentral, uma das grandes aquisições feitas pelo Google, informações recentes no FriendFeed revelam a possibilidade de um grande upgrade nas operações.
Jeff Huber, funcionário do Google, diz que uma “nova versão da nova infra-estrutura no serviço deve emergir em breve”, em resposta a um recente erro de certificado na GrandCentral. David Pogue, que trabalha próximo no projeto, também adiciona “Todo mundo da GrandCentral continua trabalhando na GrandCentral, a versão 2.0 é iminente. Uma pessoa de relações públicas explicou para mim que levou quase um ano para uma integração entre os servidores da GrandCentral com o Google, mas eles estão para finalizar.”
No último dia 08 de janeiro, o site espanhol Expansión, afirmou que Google estaria planejando lançar o serviço GrandCentral na Espanha, o que poderia ser possivelmente a primeira expansão do produto pelo mundo. Até o momento a informação não foi confirmada.
> GrandCentral fornece uma plataforma de comunicação online que ajuda gerenciar diversos telefones e numeros através de uma simples interface. O serviço ainda fornece um número virtual para toda a vida.Â
27/01/09, do post original do Google DiscoveryÂ
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- dia 28 de janeiro de 2009
Você paga pela banda do Google, diz estudo
A pesquisa do instituto Precursor – já contestada pelo Google – alega que a empresa de internet utiliza 16,5% da capacidade de consumo da internet comercial nos Estados Unidos. Em 2010, a empresa consumirá 37% de toda a banda, aponta o estudo.
O alto consumo do Google é puxado pelos robôs de busca que vasculham as páginas da internet indexando conteúdo e pelos vÃdeos do YouTube, que respondem por quase a metade todo o streaming da web, segundo o estudo.
O estudo estima que o Google gastou cerca de US$ 344 milhões para financiar a banda larga comercial em 2008 – o que equivale a 0,8% dos custos mensais com a internet, que somam US$ 44 bilhões.
O instituto sugere que, portanto, os usuários garantem um subsÃdio de US$ 6,9 bilhões ao Google, só nos Estados Unidos.
Scott Cleland, presidente da Precursor e autor do estudo, disse no blog da empresa que a principal conclusão do estudo é que os maiores usuários de banda – como o Google – devem ter uma contribuição proporcional para os custos de infra-estrutura.
O Google já rebateu as crÃticas em um de seus blogs, acusando o estudo de ser parcial. Richard Whitt, conselheiro de mÃdia do Google, afirmou que Cleland é pago por empresas de telefonia e cabo, como AT&T, Verizon e Time Warner.
Segundo Whitt, o Google já gasta bilhões com banda e servidores para manter seus data centers e para trafegar os dados dos seus domÃnios para o backbone da internet.
O executivo argumenta ainda que é um erro contabilizar serviços usados voluntariamente pelos internautas por meio dos seus pacotes de banda larga como responsabilidade do Google.
Por Daniela Moreira, de INFO Online, publicado no AdNews em 05/12/08
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 6 de dezembro de 2008