IE 8 fica à frente de Chrome e Firefox em teste de velocidade da Unesp
São Paulo – Teste encomendado pela Microsoft levou em conta a velocidade de abertura de 25 sites. IE 8 venceu em 10 ocasiões, diz empresa.
O Internet Explorer 8, navegador lançado na semana passada pela Microsoft, foi o que registrou melhor desempenho em um teste feito pelo Laboratório de Tecnologia Aplicada (LTiA) da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).
O teste foi encomendado pela própria Microsoft e avaliou a velocidade com que os browsers IE 8, Chrome e Firefox abrem 25 sites diferentes. O IE 8 foi o que mais rápido abriu 10 sites, enquanto o Chrome 1.0 foi o mais veloz em 8 ocasiões. O Firefox 3.07 foi o último colocado, abrindo 7 sites mais rapidamente que a concorrência.
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- dia 23 de março de 2009
Google Toolbar 5 implementa Guia do Chrome no Firefox e IE
O Google adicionou hoje uma nova funcionalidade a Google Toolbar 5 para Firefox que implementa uma gama de informações úteis sempre que o usuário abre uma nova guia no navegador, assim como ocorre no Google Chrome.
Além de exibir os sites mais visitados, baseado nos dados do histórico de visitação, os utilizadores do Firefox podem acessar facilmente seus favoritos mais recentes e visualizar as últimas guias fechadas, permitindo reabrir em caso de necessidade.  É possÃvel também personalizar os destaques clicando no link editar abaixo das prévias dos sites mais visitados.
Descubra como ativar a nova guia do Google
1. Após instalar a Google Toolbar, clique no botão chave de fenda da Barra de Ferramentas.
2. Dentro da guia Pesquisar, selecione a caixa “Ativar a nova página de guia do Google”.
3. Clique em Salvar.
Internet Explorer
Ainda, segundo o Google, o recurso de navegação com guias do Internet Explorer deve estar ativado para utilizar a nova guia do Google. No IE8, a opção Nova guia deve ser selecionada quando uma nova guia for aberta.
29/01/09, do post original do Google Discovery
- PinSEM
- dia 30 de janeiro de 2009
Após estréia com alarde, Chrome estaciona
Após um lançamento fenomenal, o crescimento do Google Chrome empacou, segundo o relatório da Net Applications que aponta que o navegador do Google não sustentou o ritmo inicial de crescimento e, atualmente, está atrás do Opera.
De acordo com o texto, as estatÃsticas de uso de navegadores realizadas pela Net Applications no mês de outubro apontam que o Chrome ficou com apenas 0,74% de market share.
Se observada a estréia impressionante do browser, os números atuais são decepcionantes. O Chrome chegou a anotar 2,6%* de participação de mercado apenas um dia após o Google liberar seu download.
Pelos novos dados da Net Applications, o navegador despertou a curiosidade dos usuários, mas foi deixado de lado logo em seguida.
O Google afirmou que a oscilação de mercado no caso do Chrome é normal e atribuÃu a queda ao fato da versão disponÃvel do software ser um beta, o que caracteriza ainda a falta de alguns recursos.
Os dados do estudo levam em conta dados recolhidos de 40 mil sites hospedados na América do Norte e na Europa e abrangem um universo de 160 milhões de usuários únicos.
Segundo a Net Applications, o lÃder de mercado ainda é o Internet Explorer, que detém 71,3% do mercado, seguido pelo Firefox com 20%. Em terceiro lugar aparece o Safari, da Apple, com 6,6%. O Opera tem 0,75% e o Chrome 0,74%.
27/11/08, da redação Adnews, com informações do Plantão INFO.
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 27 de novembro de 2008
Com Chrome, Google quer dar “sexto sentido” a navegador
Com o Chrome, navegador de internet lançado nesta terça-feira (2), o Google tenta adivinhar onde o usuário quer ir. O browser oferece logo na página principal links para os sites mais acessados, as páginas da lista de favoritos utilizadas freqüentemente e as palavras-chave mais digitadas – esses dados são atualizados de acordo com o uso.
No desenvolvimento do programa, o Google também optou por fundir as barras de endereço e de buscas. Quando o usuário começa a digitar algo, o navegador já reconhece se aquele é um site ou uma palavra-chave – na configuração do software é possÃvel escolher o sistema de buscas padrão, que não precisa ser necessariamente o Google.
Feito em código aberto, o Chrome também pula uma etapa em qualquer busca que o usuário queira fazer na internet. Caso o internauta já tenha utilizado o sistema de buscas de um site, para fazer uma nova procura basta digitar o endereço do site na barra do navegador, apertar a tecla “tab” e digitar a palavra-chave.
Para buscar por iPhone 3G no Google, por exemplo, basta digitar www.google.com.br, apertar “tab” e depois iPhone 3G. O navegador faz a pesquisa automaticamente.
“A intenção é utilizar a intuição da navegação. Levar o usuário onde ele quer ir e mais rápido”, afirma Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil.
O programa é uma espécie de Firefox melhorado, principalmente em relação à s abas de navegação, que ganham “vida própria”. Cada uma roda em um processo separado da outra: se uma trava, é possÃvel desativá-la sem afetar o funcionamento das outras –algo semelhante ao que ocorre com os programas no gerenciador de tarefas do Windows
A idéia é que o usuário não tenha de reiniciar o browser a cada vez que o programa trava. O programa também lista as abas abertas recentemente, para facilitar a reabertura das páginas, caso elas sejam fechadas acidentalmente.
No escuro
O navegador também incorpora o sistema de “janela anônima”, que não registra os rastros dos internautas na rede -as páginas pesquisadas não entram no histórico, os cookies não são armazenados, nem as palavras digitadas em formulários.
Um recurso que o Google julga ser útil para manter a privacidade na internet, mas que também pode ser utilizada por crianças e adolescentes para esconder dos responsáveis as suas ações na rede.
“Qualquer criança que saiba mexer em qualquer browser vai poder esconder suas ações na rede. O monitoramento do que a criança faz na rede não se faz pelo navegador, mas sim por outros softwares, que vão continuar podendo fazer esse controle”, afirma Marcelo Quintela, gerente de produto do Google.
Sem corrida
O Google coloca mais um pé no negócio da Microsoft, dona do Internet Explorer. Entretanto, a empresa de internet terá que superar o mesmo obstáculo da Fundação Mozilla, dona do Firefox: produzir um bom navegador, mas ter de concorrer com um que já vem instalado em qualquer computador com Windows.
Até agora, o Internet Explorer é o mais utilizado para acesso à internet. Em julho, o programa foi utilizado para 90,7% dos acessos à rede no Brasil, contra 8,2% do Firefox. Outros navegadores tiveram em julho 1,03% dos acessos.
Fiel a um de seus maiores bordões, “Don’t Be Evil” (algo como “não seja mau”), o Google nega que esteja em uma “corrida dos browsers”. “Não temos visão de competição. Não queremos competir com a Microsoft e continuamos colaborando com a Fundação Mozilla”, afirma Ximenes.
O Google aposta que a “força” de sua marca já seja possÃvel para estimular os usuários a baixarem o programa. A empresa já colocou um link na sua página de buscas, a mais utilizada do mundo, para direcionar os usuários para download.
Por enquanto, o programa está disponÃvel apenas para Windows. No futuro, devem existir versões para Mac e Linux.
Fonte: Folha Online, 02/09/2008
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 3 de setembro de 2008

