Estudo analisa mercado brasileiro de web analytics

Estudo realizado em 306 das 500 Maiores Empresa da revista Exame mostra que a metade não utilizam tags para métricas em seus sites. Entre as que usam, predomina o Google Analytics.

Entre as empresas no Brasil que usam softwares de web analytics, grande parte ainda os utiliza mais para quantificar visitantes e páginas vistas do que para otimizar os processos em seus sites. (mais…)

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PinSEM
dia 11 de março de 2009

Será o fim dos concorrentes do Google Analytics?

Programas de análises de métricas podem ser prejudicados por uma inovação no Google, que começa a exibir resultados de busca em Ajax. Pode ser bom para o usuário e ruim para os demais web analytics. Entenda.

O Google começou recentemente a implementar as páginas de resultado de busca em Ajax em alguns países. Na prática, para os usuários a diferença será pouca, exceto claro, pelos novos recursos apresentados como a reorganização (reposicionamento e/ou eliminação) de resultados não considerados relevante pelo usuário.

Mas e quanto aos programas de web analytics de terceiros? Como eles ficam? E por que esta questão?

Uma URL de busca hoje apresenta mais ou menos o seguinte formato:

http://www.google.com/search?hl=en&q=google+ajax&btnG=Google+Search

Com mais ou menos parâmetro, este é um formato geral. Praticamente todo web analytics confia na informação de Referer passada pelo navegador para extrair a palavra de origem da busca que levou o tráfego ao site.

Com o formato geral de busca é relativamente fácil extrair esta informação porque ela é um parâmetro da URL (tudo após o sinal “?” é considerado parâmetro da URL).

Normalmente o parâmetro q contém a palavra buscada:

http://www.google.com/search?hl=en&q=google+ajax&btnG=Google+Search

Basta o web analytics recuperar a informação da URL de referência e extrair a informação do parâmetro q para saber o que foi procurado e que levou ao site.

Contudo, o novo formato de URL para a interface em Ajax do Google se assemelha à seguinte:

http://www.google.com/#hl=en&q=google+ajax&btnG=

Google+Search&aq=f&oq=google+ajax&fp=1&cad=

O que mudou?

Como podemos ver na URL acima, não há mais o uso do sinal “?”. Deste modo, não há mais passagem de parâmetro – da maneira natural. O que temos agora é uma passagem de âncoras que é interpretada pelo JavaScript do Ajax.

http://www.google.com/ #hl=en&q=google+ajax&btnG=

Google+Search&aq=f&oq=google+ajax&fp=1&cad=b

Qual o problema nisso?

O que acontece é que os navegadores não passam as âncoras quando passam a URL de referência (Referer). Deste modo, quando entrarmos no site destino do resultado de busca, todos os “parâmetros” da busca feita na interface em Ajax serão perdidos, e assim nenhum web analytics atual será capaz de saber que palavra buscada levou ao site destino.

Somente quatro navegadores são capazes de passar as âncoras da URL referência:

·         MSIE 5.x (Mac)

·         Netscape 4.7x

·         Netscape/7.0x (Mozilla rv:0.9.x – 1.0.x)

·         Safari/85.7 (Mac)

Contudo, estes navegadores juntos representam menos que 1% do total de navegadores usados hoje em dia.

Cogita-se que mesmo o Google Analytics possa ser afetado por esta mudança, mas será que o Google daria um tiro no próprio pé?

Pensemos. Tanto a busca do Google, quanto o Google Analytics rodam sob o mesmo domínio, deste modo não temos problemas de segurança, ou seja, um cookie salvo na página de busca poderá ser recuperado pelo Google Analytics na página de destino da busca onde o GA estiver instalado.

Outra hipótese poderia ser um parâmetro não documentado na documentação do GA; tanto a interface em Ajax quanto o GA são baseados em JavaScript e a interpretação e passagem destes valores é realizável.

Independente do método utilizado pelo Google, acredito que dificilmente o Google Analytics seria prejudicado.

Então eu volto à pergunta inicial: será este o fim dos programas de web analytics de terceiros?

09/02/09, do post original do Webinsider

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PinSEM
dia 11 de fevereiro de 2009

Ibope vai medir internet nas empresas

O IBOPE//NetRatings anunciou que medirá mensalmente também o uso de internet no ambiente corporativo, após anos de mensuração em residências. Com a inclusão do ambiente de empresas, o Brasil se junta a Estados Unidos, Reino Unido, Japão, França, Espanha e Itália.

Segundo aponta o Ibope, o Brasil tem hoje 40 milhões de internautas ativos, número que deve crescer com o maior campo de medição. “A internet consolidou seu lugar na mídia brasileira e continua atraindo cada vez mais pessoas em diferentes ambientes. Estamos orgulhosos em oferecer ao mercado a expansão de um painel consolidado, fruto de nosso expertise e liderança”, diz Fábia Juliasz, CEO do IBOPE//NetRatings.

O mercado virtual gerou R$ 449,1 milhões em receita publicitária entre janeiro e agosto deste ano. O crescimento foi de 45% em comparação com o mesmo período do ano passado. A web representa hoje 3,37% dos investimentos no setor publicitário.

14/11/08, da Redação Adnews

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 14 de novembro de 2008

Primeiro livro nacional
sobre Web Analytics

Grupo brasileiro lança Web Analytics – Uma visão brasileira e disponibiliza arquivo para download gratuito

O grupo Web Analytics Brasil, formado por profissionais que se reunem, conversam e discutem sobre métricas e análises de desempenho para ambientes interativos, organizou-se e após 8 meses tiraram do formo o livro Web Analytics – Uma visão brasileira.

Segundo Ruy Carneiro, da WA Cosulting, “a idéia era a criação de um eBook com textos dos profissionais da nossa lista de discussão de Web Analytics. Agora em setembro esta idéia tornou-se realidade!”.

Em suas 112 páginas, o livro fala sobre questões importantes no trabalho de análise de sites, dando um bom panorama para quem ainda não é da área e servindo de referência para quem já está acostumado com o assunto.

O livro teve o prefácio escrito por Jim Stern, a introdução por Cris Rother e conta com textos de profissionais como Fabrizio Bruzetti, Sergio Rodrigues, Gabriel Oyarzabal, Paulo Teixeira, Gustavo Loureiro, Roberto Eckersdorff, André Fatala, Phillip Klein, Jessé Rodrigues, Andrassy Santos, Gabrielle Ferreira, Paris Piedade, Celina Uemura, Miguel Dornelles, Marcos Giuntini, Daniella Morier e Ruy Carneiro.

A todos que participaram desse projeto, parabéns!

Faça o download gratuito do eBook | Web Analytics – Uma Visão Brasileira e conheça as atividades do grupo.

Um comentário
Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 4 de setembro de 2008

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