Publicidade online cresce 22,8%, diz estudo da Inter-Meios
O Inter-Meios realizou levantamento sobre a publicidade na internet. Segundo dados do relatório, os investimentos em anúncios online no Brasil cresceram 22,8% no primeiro semestre.
O estudo também apontou que a web foi o canal midiático que apresentou maior crescimento em faturamento publicitário neste ano e que os números positivos são resultado do aumento de internautas brasileiros e da popularização da rede entre as classes C e D. (mais…)
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- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 9 de setembro de 2009
Publicidade na web gera mais vendas que comercial na TV
Uma pesquisa divulgada esta semana pela empresa comScore apontou cenário diferente do que se costuma ouvir no mercado publicitário. Os dados comprovaram que campanhas publicitárias de produtos de consumo (alimentos e itens de higiene e limpeza) geraram mais retorno em na internet do que na TV em perÃodo de três meses. (mais…)
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 24 de agosto de 2009
Crise provoca aumento de publicidade online
Ao contrário de outros mercados, o setor de publicidade online está obtendo resultados positivos com a crise financeira. Segundo um levantamento feito pelo Internet Advertising Bureau Brasil, a mÃdia online no Brasil deverá faturar cerca de R 1 bilhão este ano. (mais…)
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 12 de maio de 2009
O comercial dos sonhos
Um estudo sobre campanhas publicitárias feito pelo Google promete tornar os anúncios mais relevantes criando mais valor para as marcas.
De acordo com informações do blog oficial da empresa, o estudo foi feito a partir de varáveis como o horário da transmissão e o público. Com base nesses dados, o site analisou o comportamento dos telespectadores em relação aos comerciais que eram exibidos no Google TV Ads.
“Muitos fatores afetam audiência, como o comportamento, a natureza da programação, a hora do dia, o dia da semana, e, naturalmente, a personalidade de cada telespectador”, diz o texto publicado no blog.
Segundo o Google, esses dados combinados podem ajudar a colocar “o comercial certo, na hora certa, para o público certo”. Com isso, tanto o anunciante quanto o telespectador seriam beneficiados, uma vez que os anúncios falaram com o público certo e o telespectador verá apenas o que considerar interessante.
07/05/09, do post original da Adnews
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 7 de maio de 2009
Publicidade online cresce 44,1% e lidera entre as mÃdias
A propaganda na internet registrou faturamento de R$ 759,3 milhões no Brasil em 2008 e teve alta de 44,1% em relação a 2007 – quando as operações online totalizaram R$ 526,7 milhões. Os dados foram divulgados pelo Instituto Inter-Meios nesta quinta-feira (19).
A mÃdia digital foi a que mais cresceu no setor de comunicação, que em 2008 faturou R$ 21,4 bilhões. A participação da internet ficou em 3,54%, 0,77% a mais do que os 2,77% de fatia em 2007, quando a área alcançou R$ 19 bilhões. No 4º trimestre de 2008, o faturamento na web foi de R$ 239,8 milhões, ou seja, alta de 38% em comparação com os 173,7 milhões de reais registrados no mesmo perÃodo de 2007.
De acordo com informações do IDG Now!, no segundo semestre do ano passado a publicidade online também obteve crescimento. O montante totalizou R$ 438,2 milhões, 36,4% que o total de R$ 321,2 milhões no primeiro semestre.
O meio que conseguiu o maior faturamento com publicidade foi a TV, com R$ 12,6 bilhões, um crescimento de 12,5% em relação ao ano anterior. Em seguida, aparece o jornal, com 3,4 bilhões de reais, 9,6% a mais que em 2007.
As revistas faturaram R$ 1,8 bilhão, crescimento de 12,5% em comparação com 2007, enquanto o rádio cresceu 17,6%, para 902,4 milhões de reais. A TV por assinatura vem em seguida, com R$ 802,7 milhões – aumento de 25,5% no perÃodo.
19/02/09, do post original da Redação AdNews
- PinSEM
- dia 20 de fevereiro de 2009
Publicidade se rende ao mundo digital
Em tempos de crise, ações pela internet – especialmente em redes sociais – se tornaram meios mais baratos e mais mensuráveis de atingir o consumidor
Na atual fase de crise financeira, a primeira atitude das empresas é a redução de custos em todas as áreas. Desde economia de energia, material de escritório, passando por diminuição da carga horária, férias coletivas, até as temidas demissões. Na área de marketing não é diferente e os cortes afetam diretamente a verba que a companhia pretendia investir em publicidade. Com o desafio de manter a empresa presente no mercado, uma boa saÃda tem sido recorrer a agências de mÃdia digital, solução mais barata em relação à s mÃdias offline. A publicidade online faturou 763 milhões de reais no Brasil em 2008, de acordo com a IAB (Interactive Advertising Bureau Brasil), e tem previsão para crescer 50% neste ano.
As ações baseadas na internet – sobretudo em redes sociais – ainda são vistas com desconfiança pelo mercado. Esse “pé atrás†é muito pelo falta de cultura digital de algumas agências de publicidade e devido ao ambiente mais anárquico da web, no qual a empresa pode sofrer com repercussões negativas. Mas com ações bem estruturadas, o risco fica menor e o retorno sobre o investimento, mais tangÃvel. “A vantagem de uma ação pela internet é que você pode monitorá-la em tempo real, para fazer eventuais mudanças que a tornem mais eficiente. É diferente de outros meios tradicionais, nos quais você tem Ãndices de audiência baseados em pesquisasâ€, afirma David Reck, sócio fundador da Agência Enken.
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- dia 12 de fevereiro de 2009
Em meio à crise, web é destaque no bolo publicitário
A crise financeira global não abalou o faturamento da mÃdia brasileira com publicidade. Quase todos os setores da comunicação registraram alta e mais uma vez o destaque foi para a internet, de acordo com dados do Projeto Inter-Meios.
O meio digital ampliou em45% o ganho com propaganda registrado em outubro e 47% nos primeiros dez meses do ano, totalizando R$ 596 milhões. A TV aberta, com o domÃnio de quase 70% dos investimentos em mÃdia no paÃs, teve alta de 8,8% em outubro em relação a outubro de 2007. Por sua vez, os jornais marcaram aumento de 4,04%.
O único meio que registrou queda foi o segmento de Guias e Listas, com decréscimo de 7,33% em outubro, comparado ao mesmo mês de 2007. No ano inteiro, a queda já é de 10,7%.
19/12/08, da Redação Adnews
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 19 de dezembro de 2008
Apesar da crise, publicidade mundial deve crescer em 2009
Os investimentos globais em publicidade devem crescer 2,7% em 2009 em pleno momento de crise econômica. Um relatório apresentado pelo diretor de pesquisa da Magna, Robert Coen, prevê que por a tendência o montante investido alcance US$ 382 bilhões.
Apesar da estimativa otimista, o mercado norte-americano deve sofrer retração. Segundo Coen,  o mercado daquele paÃs deve faturar 259 bilhões de dólares, queda de 4,5% em relação a 2008.  A queda, de acordo com ele, principalmente se deve ao mau momento financeiro e à queda de investimento em relação ao perÃodo dos Jogos OlÃmpicos de Pequim, realizados este ano.
Coen ainda afirma que a retração do mercado norte-americano fará história. Desde a grande depressão dos anos 30 que o setor não sofre queda consecutiva dos investimentos por três anos como sentidos de 2007 para 2009.
09/12/08, da redação Adnews, com informações são do AdAge.
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 9 de dezembro de 2008
Publicidade na web cresce 11%
As receitas de publicidade na web atingiram US$ 5,9 bilhões no mundo durante o terceiro trimestre, um aumento de 11% em relação ao mesmo perÃodo do ano passado e de 2% se comparado ao segundo trimestre deste ano. Os dados foram divulgados por meio de um estudo da Interactive Advertising Bureau (IAB) e da PricewaterhouseCoopers LLP (PwC).
A previsão é que no quarto trimestre, apesar do crescimento global na casa dos dois dÃgitos, os investimentos em anúncios on-line devem permanecer estáveis.
Apesar do cenário econômico complicado por causa da crise financeira, os resultados do terceiro trimestre de 2008 tornaram-se o segundo mais elevado em receita com publicidade pela internet da história. Nos nove primeiros meses do ano, as receitas foram de US$ 17,3 bilhões, cerca de 14% superiores aos US$ 15,2 bilhões contabilizados em igual perÃodo de 2007.
De acordo com o presidente e CEO do IAB, Randall Rothenberg, afirmou que o crescimento acelerado da publicidade pela internet, que já aconteceu nos últimos anos, se estabilizou em grande parte devido à atual conjuntura econômica, mas continua a ser a mais mensurável e rentável forma de atingir os consumidores.
Segundo o sócio da PricewaterhouseCoopers LLP, David Silverman, o enfraquecimento da economia vai continuar a ter um impacto negativo para todas as formas de publicidade. Porém, segundo Silverman, a internet deve estar mais bem preparada para resistir, dada a sua capacidade de combinar a publicidade baseada em desempenho, juntamente com amplo conhecimento da marca.
25/11/08, da Redação Adnews
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 25 de novembro de 2008
Google estréia anúncios de vÃdeos no Youtube
Era uma vez uma idéia de dois amigos: juntar todas as informações da web e apresentá-las de forma rápida e fácil para os usuários em busca de informações espalhadas (nessa época) em milhares de sites. O sucesso foi tanto que hoje nos questionamos se houve vida na internet antes do Google. Como todo esforço e, principalmente, boas idéias devem ser recompensados, logo veio um plano de negócio para a nova ferramenta: além dos resultados oferecidos pelo serviço gratuito, por que não aproveitar um pouco do espaço para vender publicidade? Outra idéia fantástica que se converteu em êxito e transformou os dois amigos não só em milionários, mas também em Ãcones de um novo panorama econômico.
Então vieram outros três (ou seriam quatro?) amigos que criaram um novo site de sucesso: o Youtube. A febre se espalhou rapidamente, ajudada pela popularização da banda larga e de equipamentos de produção de vÃdeo (câmeras digitais baratas, celulares, webcams…), contrinuindo para que cada vez mais pessoas se envolvessem com a idéia de compartilhamento de material audio-visual na rede. Segundo dados do Google, atualmente, a cada minuto, mais 13 horas de vÃdeos são adicionadas ao site.
Os amigos do Google – já profissionais nesse momento – aproveitaram a idéia dos novos amigos e compraram o Youtube em outubro de 2006, pelo qual desembolsaram US$ 1,6 bilhão. Mas os grandes números param por ai. Desde a aquisição, o Google não conseguiu implementar um plano de negócio que justificasse o valor da compra e trouxesse lucros à empresa. Pelo menos não até hoje.
Seguindo a velha tática do “não perca tempo reinventando a roda†a companhia decidiu fazer negócio com o que mais entende: resultado de buscas. Sim, depois de algumas tentativas frustadas por rejeições de usuários, o Google acaba de anunciar os anúncios de vÃdeos do Youtube.
A novidade (ou não) que o diferencia das outras experiências é que essa não interfere nas atividades do usuário. Ele não precisará esperar um anúncio antes de ver o vÃdeo que deseja e nem verá sua tela tomada por anúncios de texto. A dinâmica é praticamente a mesma dos resultados da página central do Google: de um lado os resultados naturais, do outro os pagos.
Explicando melhor: ao procurar um determinado termo, o Youtube continuará apresentando os vÃdeos adicionados por usuários que são relevantes à procura, mas além deles também mostrará vÃdeos feitos por anunciantes e pagos por cliques.
A idéia parece boa, pois segue a mesma lógica do AdWords: o anúncio é mostrado para um público que já está procurando um determinado produto e, portanto, as chances de “convencê-lo†são maiores. Nada mais natural que fazer isso no mesmo formato de mÃdia que o internnauta está buscando.Mas ainda não vejo um sucesso tão próximo. Isso por duas razões básicas. Primeiro, quando estou procurando algo e aparece um anúncio do AdWords ao lado com a palavra-chave, provavelmente eu me sentirei atraÃda e vou ler o anúncio inteiro, ou seja, a mensagem será passada por completo na maioria dos casos. TerÃa que ser um anúncio muito ruim para me fazer desistir na metade de três linhas. Já no vÃdeo será mais difÃcil chamar a atenção. Acho que os anunciantes terão que ser muito criativos em criar imagens de inÃcio instigantes e ainda prender o usuário até o fim da mensagem.O segundo problema é um clássico de quase tudo o que é novo na internet: tecnologia. Pelo menos no Brasil ainda não é a maioria que tem acesso à banda larga de qualidade e isso piora bastante a experiência do usuário. Dou o exemplo da minha casa. Eu moro no EspÃrito Santo, onde a maior velocidade para internet residencial é de 1Mb. Tenho essa velocidade e cada vez que quero ver um vÃdeo no Youtube tenho que esperar alguns segundos (muitas vezes minutos) para carregar e vê-lo por completo. Sinceramente não sei se me daria o trabalho de fazê-lo para ver anúncios.
As campanhas mais bem sucedidas até hoje na internet foram virais. Uma pessoa achou legal e recomendou a um amigo, que recomendou a outros… e assim vimos desconhecidos, histórias inusitadas e muito mentos com coco-cola se espalharem pela web como um vÃrus mesmo. Acho que continuará assim, mas lógico, os anúncios do Youtube serão muito mais direcionados a um público alvo especÃfico, que uma vez atingido, estará mais propenso a consumir.
Para os anunciantes o procedimento é bem parecido ao do AdWords: escolha das palavras-chave, público alvo, CPC, orçamento diário, anúncio… Só que na hora de escolher o target… está disponÃvel somente para os Estados Unidos por enquanto. Teremos que esperar para ver como o público brasileiro receberá a novidade e saber se o Youtube, finalmente, dará algum retorno ao Google.
Fico na torcida, pois como freqüentadora assÃdua do Youtube, quero que o serviço continue sendo oferecido com a qualidade (ou até melhor) que tem hoje e entendo que isso tem um custo muito alto. Mas ainda não consegui visualizar uma forma de recompensa para os produtores de conteúdo, pois a maior parte do sucesso do site se deve aos milhares de anônimos que criam vÃdeos vistos por milhões de pessoas no mundo inteiro e ainda não receberam um centavo por isso.
Luciana Couto : Mestranda em Jornalismo, analista de marketing digital, webwriter e geek nas horas vagas. Trabalha atualmente na Fivecom, empresa de soluções em Web 2.0 e mantém um blog pessoal.
Publicado em 14/11 no UnderGoogle
- admin
- dia 17 de novembro de 2008
Ibope vai medir internet nas empresas
O IBOPE//NetRatings anunciou que medirá mensalmente também o uso de internet no ambiente corporativo, após anos de mensuração em residências. Com a inclusão do ambiente de empresas, o Brasil se junta a Estados Unidos, Reino Unido, Japão, França, Espanha e Itália.
Segundo aponta o Ibope, o Brasil tem hoje 40 milhões de internautas ativos, número que deve crescer com o maior campo de medição. “A internet consolidou seu lugar na mÃdia brasileira e continua atraindo cada vez mais pessoas em diferentes ambientes. Estamos orgulhosos em oferecer ao mercado a expansão de um painel consolidado, fruto de nosso expertise e liderançaâ€, diz Fábia Juliasz, CEO do IBOPE//NetRatings.
O mercado virtual gerou R$ 449,1 milhões em receita publicitária entre janeiro e agosto deste ano. O crescimento foi de 45% em comparação com o mesmo perÃodo do ano passado. A web representa hoje 3,37% dos investimentos no setor publicitário.
14/11/08, da Redação Adnews
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 14 de novembro de 2008
Publicidade chega às páginas do orkut
Após discussões exaustivas sobre publicidade no orkut, o Google resolveu implantá-la em massa nos perfis e comunidades do site.
O sucesso da rede social no Brasil parece finalmente ter encontrado uma forma para obter receita financeira, depois da gigante da internet ter enfrentado diversos problemas com a Justiça devido aos conteúdos inadequados postados por usuários.
Desde a última segunda-feira (14), o orkut publica anúncios no site. Anteriormente, a exibição de anúncios não era frequente e restrita à um grupo de testes.
A estréia da publicidade na rede social mais popular do paÃs ocorreu sem alarde e obedece ao critério de palavras-chave do Google. Quem está em uma comunidade de empregos, visualizará anúncios de trabalho, por exemplo.
14/11/08, da Redação Adnews (com informações do Plantão INFO)
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 14 de novembro de 2008
O Consumo e as Diferentes Classes Sociais
Artigo escrito por Sandra Turchi*
Eis um assunto fascinante, as formas como as classes sociais se relacionam com o consumo, suas diferenças e, muitas vezes, suas semelhanças.
Vivemos no paÃs dos grandes paradoxos, principalmente, quando o assunto é a disparidade social. E quando transportamos essas contradições para o mundo das compras percebemos claramente como se comportam.
Observamos uma “fila†de algumas semanas para adquirir a nova bolsa da grife Louis Vuitton, a Lockit Alligator, por R$ 58 mil, bem como a abertura de novas lojas em São Paulo da Giorgio Armani e da francesa Hermès, além da Gucci que também está chegando, para atender aos consumidores que representam menos de 1% da população brasileira, sendo que ao mesmo tempo tivemos acesso ao crescimento da classe média no paÃs, conforme estudo da FGV, em que mais da metade da população (51,8%) recebe entre R$ 1.064 e R$ 4.591 por mês. (mais…)
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 10 de novembro de 2008