Google lança seu primeiro comercial na TV

Após 10 anos vida, só agora o Google decidiu ir à TV. A marca mais valiosa do mundo, segundo pesquisa recente da Millward Brown, estreia seu primeiro comercial na telinha, para promover seu navegador Chrome.

A campanha de marketing em torno do produto já acontecia desde o mês passado. Os 11 vídeos, encomendados a agências de propaganda, foram exibidos inicialmente no YouTube e, aos poucos, foram disseminados em sites entre anúncios. Um banner na página principal do New York Times online também foi veiculado.

Cada um dos vídeos foi produzido teve o custo de US 10 mil e alcançou milhões de visualizações no YouTube. A peça que irá ao ar na TV (confira abaixo) já marcou mais de 2 milhões de acessos. Apesar de nunca ter anunciado na TV, o Google já teve sua marca exposta em outros comerciais que incitavam o espectador a procurar por algo em seu sistema de buscas.

Atualmente, o Chrome é apenas o quarto colocad entre os navegadores com participação de 1,42%. Á frente dele está o Safari, da Apple (8,2%), Firefox, da Mozilla (22,5%)e o líder Internet Explorer, cuja participação é de 66%.


Primeiro comercial do Google para TV: Google Chrome

08/05/09, do post original da AdNews

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 9 de maio de 2009

Publicidade na web para campanhas eleitorais

Eles descobriram como convencer os moradores do Novo México a ir às urnas e votar em George W. Bush, em 2004. Agora, alguns dos principais estrategistas políticos norte-americanos estão criando uma empresa de publicidade online, na esperança de aplicar à web o que aprenderam sobre propaganda direcionada em campanhas eleitorais. (mais…)

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 7 de maio de 2009

Publicidade online brasileira deve faturar R$ 1 bi em 2009, diz IAB

São Paulo – Segundo a instituição, setor online deve fechar o ano com participação de 4,2% do total dos gastos com publicidade no País.

O Internet Advertising Bureau (IAB) Brasil afirmou nesta segunda-feira (16/03) que, em 2009, a mídia online brasileira deverá receber investimentos de 1 bilhão de reais e representar uma participação de 4,2% do total dos gastos com publicidade no País. As estimativas foram feitas com base em dados do projeto Inter-meios e também com informações fornecidas por associados do IAB. (mais…)

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dia 23 de março de 2009

Investimento em mídias interativas sociais deve se manter em alta

Nem a crise deve conter os investimentos em mídia interativa social (blogs, microblogs, redes sociais, etc.) em 2009. É o que revela um estudo feito recentemente pela Forrester Research com 114 profissionais de marketing de empresas com mais de 250 funcionários. (mais…)

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dia 23 de março de 2009

Internautas rejeitam publicidade em vídeos, diz IAB

Uma pesquisa realizada pelo IAB revelou que os usuários de internet não gostam de ser expostos à propaganda enquanto assistem vídeos on demand ou TV online.

De acordo com os dados, ele preferem ser ‘incomodados’ com mensagens publicitárias quando fazem compra pela web.

Além disso, a pesquisa também mostrou que jovens e adultos prestam mais atenção nas propagandas em horários diferente. Enquanto os mais jovens são mais receptivos entre 9h00 e 14h00, adultos entre 25 e 64 ano tendem a ficar mais atentos às mensagens após as 18h00.

Ainda segundo o relatório, momentos de receptvidade, como durante o uso das ferramentas de busca, downloads, leitura de noticias ou resultados esportivos e durante jogos online, são melhores para abordar os possíveis consumidores.

20/02/09, do post original da Redação Adnews

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dia 26 de fevereiro de 2009

2008: Um resumo do mercado de Search Engine Marketing

Interrompendo um pouco a rotina alucinante de reuniões, projetos, campanhas, análises aqui e ali, parando e pensando (com um certo atraso) como foi o ano de 2008, chego a conclusão de que foi um ano muito bom e com alguns marcos importantes.

Para os links patrocinados foi o ano da profissionalização, da busca pelo diferencial, das perguntas em volta de como sair do básico, do fim das tentativas caseiras, da intolerância com as agências fracas, dos últimos dias do vou-dar-uma-olhada-de-vez-em-quando na campanha. Já era tempo né?

Muitos dos grandes varejistas brasileiros buscaram e escolheram agências SEM para gerenciar as campanhas e não ouvi falar de nenhum cancelamento desde então. O que me deixa feliz pois é um indicativo que os anunciantes percebem que não só liberam os escassos profissionais de marketing online de suas empresas para atividades menos operacionais, mas também percebem o aumento de ROI em seus investimentos.

Para SEO foi um dos melhores anos, desde janeiro houve um expressivo aumento na demanda. Grandes e médias empresas, agências digitais, todos parecem que acordaram para SEO quando o ano de 2008 começou.

Houve, ainda, o crescimento importante de serviços relacionados a Web Analytics (WA), de empresas que oferecem serviços de business intelligence, consultoria especializada em métricas, entre outros. Também já estava na hora.

Foi um ano muito positivo para o mercado de search como um todo. Trouxemos o maior evento de SEM do mundo, o SMX (Search Marketing Expo) São Paulo. O Comitê SEM na IAB Brasil, entre diversos projetos, realizou palestras em diversas faculdades de São Paulo e uma em Porto Alegre, levando a centenas de estudantes um pouco mais sobre o promissor mercado das buscas.

Inclusive este tipo de projeto será continuado em 2009 pelo Comitê SEM – que estou tendo a honra de presidir desde novembro de 2008 – exatamente porque um dos destaques de 2008 foram as vagas de trabalho infindáveis. Vagas que estão cada vez mais difíceis de preencher pela falta de profissionais com experiência e também pelo encarecimento acelerado dos salários dos bons profissionais da área.

As grandes agências e empresas já sabem há bastante tempo o que é Link Patrocinado, já fizeram pelo menos uma vez, muitos fazem campanhas com frequência, acham ótimo, mas ainda pensam que é simples e fácil de fazer uma campanha.

12/02/09, do post original do IDG NOW!

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dia 13 de fevereiro de 2009

Praticidade e liberdade chamam usuários para web, diz YouTube

O YouTube apresentou hoje em workshop para o mercado publicitário dados de duas pesquisas inéditas sobre o portal de vídeos. Segundo o presidente da divisão brasileira da empresa, Alex Dias, o site já é o segundo maior em buscas, além de ocupar o primeiro lugar entre os sites de vídeos no Brasil. “O Brasil é o terceiro no ranking de permanência online e o sexto maior mercado em usuários”, afirmou Dias.

A primeira pesquisa foi realizada no ano passado pela Media-Screen e quis entender o comportamento dos usuários em relação aos sites de vídeos.  Cerca de 55% dos entrevistados afirmaram assistir vídeos pela Internet pelo menos uma vez ao dia e 79% deles afirmam que um dos motivos principais para assistir aos vídeos pela web é a praticidade. “O que chama a atenção das pessoas é a liberdade de assistir o que quiserem na hora em que quiserem”, comentou o gerente de marketing Valdir Leme. 

No que diz respeito aos tipos de vídeos assistidos, há um equilíbrio entre o conteúdo profissional e amador, cada um deles com 40% da preferência dos usuários. 20% ainda acessam esses sites para procurar anúncios de produtos, serviços ou filmes, por exemplo. Na categoria de vídeos profissionais mais vistos aparecem Música, Seriados e Comédia, e Documentários. Já na categoria amadora, Comédia, Paródias e Música, nessa ordem, aparecem entre as categorias preferidas. O estudo entrevistou 506 pessoas, maiores de 18 anos, que afirmaram ter assistido a vídeos em sites especializados nos 30 dias anteriores à pesquisa. 

E se o YouTube fosse uma pessoa?

O Google encomendou um segundo estudo sobre o YouTube dessa vez para compreender como o usuário vê o YouTube. Conduzida pela Kae Marketing Inteligence, a pesquisa entrevistou 1000 pessoas por meio de um formulário web e, entre outras questões, solicitou que as pessoas atribuíssem características ao portal caso ele fosse uma pessoa.  O resultado foi extremamente positivo e encontrou qualidades como divertido, influenciador, legal, acessível para todos, jovem, mente aberta, global, e feito para alguém como eu. 

A importância dos anúncios

Os internautas também se revelaram abertos à publicidade no YouTube, um alívio para a empresa quando há muito vem se discutindo uma forma de monetarização do portal sem que o usuário fique chocado. 46% usuários dos entrevistados afirmaram que não se importam em ver propaganda no site e 33% informam gostar do que chama de anúncios “criativos”, “legais” e “engraçados”. “Quanto mais engajados com o site, menos eles reclamam”, afirmou Leme.

O YouTube trabalha atualmente com três formatos publicitários. O vídeo banner aparece direto na home page permite que o site entregue mais de 6 milhões de impressões por dia em dois formatos: click to play, em que o usuário clica para visualizar o conteúdo do anúncio, e o auto play, aquele que ‘roda’ sozinho, porém sem som. Se o internauta clicar nele, o vídeo volta ao início e ele consegue assisti-lo com som. 

Há também o MastHead, formato de cabeçalho que pode agregar o vídeo a outros conteúdos. Há também o Brand channel, um canal criado para que haja a interação da marca com os usuários. “Há cases bem interessantes, como o canal da Nike no YouTube. Vários vídeos possuem milhões de visualizações, como os virais que a marca costuma produzir”, afirmou a gerente comercial da companhia, Kika Osklen. 

O Brasil tem um grande consumo de mídia online, apesar do pouco investimento na área, em torno de 3,4% de participação segundo os dados apresentados. Sabendo disso, o Google continuará promover eventos com a classe publicitária para estreitar as relações e mostrar o seu potencial para o mercado. Segundo o presidente Alex Dias, “é preciso diversificar e é necessário não apostar todas as fichas em um tipo de mídia apenas”.

12/02/09, do post original da Redação AdNews

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dia 13 de fevereiro de 2009

“Crise beneficiará anúncios em vídeos online”, diz YouTube

O mercado mundial de vídeos online deverá ser beneficiado nesse momento de crise, segundo previsão do co-fundador do Youtube Chad Hurley na última sexta-feira (30), no Fórum Econômico Mundial, em Davos. De acordo com o agora presidente-executivo da empresa, o rápido crescimento na demanda de vídeos na web significa que o site está atingindo audiências maiores e comercialmente mais valiosas.

O YouTube ficou famoso mundialmente ao crescer rapidamente e tornar-se o maior site de vídeos, com oferta de variedade de conteúdo que inclui desde vídeos musicais a discursos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Hurley afirmou que o site recebe a cada minuto mais de 15 horas de vídeo e que os números deverão crescer. Ele comparou a audiência do site com a da TV e declarou que as pessoas trocarão a televisão – que, segundo ele, não é tão mensurável – por um veículo que permite que elas atinjam audiência das mesmas dimensões, e a uma fração do custo, afirmou Chad durante a mesa-redonda.

A expectativa do mercado publicitário é que os investimentos caiam significativamente este ano conforme a recessão se espalha mundialmente. Apesar do cenário ruim, o presidente-executivo do grupo Publicis afirmou em entrevista à Reuters que a mídia digital sofrerá menos impacto do que a tradicional.

Hurley afirmou que o YouTube está testando diversos modelos publicitários, entre os quais práticas tradicionais da mídia eletrônica de massa, como os comerciais, assim como anúncios de abertura exibidos antes da execução de um vídeo. Segundo ele, é preciso experimentar.

02/02/09, do post original da Redação AdNews

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dia 2 de fevereiro de 2009

Apesar da crise, publicidade mundial deve crescer em 2009

Os investimentos globais em publicidade devem crescer 2,7% em 2009 em pleno momento de crise econômica. Um relatório apresentado pelo diretor de pesquisa da Magna, Robert Coen, prevê que por a tendência o montante investido alcance US$ 382 bilhões.

Apesar da estimativa otimista, o mercado norte-americano deve sofrer retração. Segundo Coen,  o mercado daquele país deve faturar 259 bilhões de dólares, queda de 4,5% em relação a 2008.  A queda, de acordo com ele, principalmente se deve ao mau momento financeiro e à queda de investimento em relação ao período dos Jogos Olímpicos de Pequim, realizados este ano.

Coen ainda afirma que a retração do mercado norte-americano fará história. Desde a grande depressão dos anos 30 que o setor não sofre queda consecutiva dos investimentos por três anos como sentidos de 2007 para 2009.

09/12/08, da redação Adnews, com informações são do AdAge.

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 9 de dezembro de 2008

Publicidade na internet
cresce 45%

O investimento publicitário na internet teve um crescimento de 45% primeiro semestre no Brasil em relação a 2007, e chegou a ultrapassar a TV por assinatura e a mídia exterior. Dados do projeto Intermeios apontam que o meio de comunicação faturou R$ 321 milhões no período se comparado ao anterior.

Outro dado importante do projeto, mostra que as empresas investiram 16,3% a mais em publicidade geral, passando de R$ 8,22 bilhões em 2007, para R$ 9,57 bilhões neste ano.
 
Apesar dos números apontarem uma trajetória de ascensão dos anúncios na web, a mídia que ainda recebe  maior parte das verbas publicitárias continua sendo a TV. Estima-se que ela tenha faturado R$ 5,6 bilhões em campanhas. Em seguida, aparecem os jornais com 17,2%. As revistas ficaram com 8%, o rádio atingiu 4,3% e a internet marcou 3,3%. A  TV por assinatura  ficou com 3,2%, mídia exterior 2,8%, guias 2,1% e o cinema 0,3%.

Fonte: Redação AdNews, 26/08/08

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 27 de agosto de 2008

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