60% consulta web antes de comprar
Antes de comprar, 60% dos brasileiros acessam o site da loja e 58% consideram opiniões de internautas na web (ante a 48% desde dezembro de 2008). É o que aponta a pesquisa F/Radar, feita pela F/Nazca com apoio do Datafolha.
Os números acima nos mostram não só a importância de um bom site institucional, como também a necessidade e a relevância de termos uma boa imagem junto aos internautas e e-consumidores a fim de que a nossa reputação – terceirizada – tenha impacto positivo.
Vale ressaltar que é exatamente essa a lógica dos sites de comércio eletrônico, como o MercadoLivre, os consumidores travam negociações entre si, emitem opiniões, recomendam ou não vendedores, falam sobre produtos, se expressam, sem a interferência das marcas ou da imprensa, por exemplo.
10/08/09, via AdNews (Fonte: iMasters)
- 2 comentários
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 10 de agosto de 2009
Brasileiro prefere web à TV, diz pesquisa “O Futuro da Mídia”
O Brasil foi o único país, dentre os participantes da pesquisa “O Futuro da Mídia“, da Deloitte/ Harrison Group, em que assistir à televisão não é a fonte de entretenimento favorita. (mais…)
- admin
- dia 19 de maio de 2009
Jovens utilizam internet para interagir com marcas
Uma pesquisa global da Microsoft, realizada pela Synovate, apontou que os jovens podem interagir e criar um vínculo com algumas marcas, dentro de suas atividades diárias na web. (mais…)
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 18 de maio de 2009
Internet: a mina de ouro
dos anunciantes
No primeiro semestre de 2008, atingiu mais de 3% de participação no mercado, o que significou uma melhora de 45% em relação ao mesmo período de 2007. Os dados são do Internet Advertising Bureau (IAB). Embora seja tímido, o crescimento já aponta ganhos futuros maiores.
A Microsoft, por exemplo, deu início a um redirecionamento mundial no rumo da internet, com estratégia de oferecer softwares e serviços gratuitos com receita baseada na publicidade. Segundo diretores da empresa, a propaganda online faz parte da visão estratégica, que deve se refletir nos números do próximo ano fiscal.
Brasil
Gigantes mundiais não têm do que reclamar da terra brasileira. O país registra os melhores crescimentos de Google Yahoo!, que ampliam as oportunidades no mercado nacional. Segundo o presidente do Yahoo! no Brasil, Guileherme Ribenboim, os executivos da companhia “olham para o Brasil com lupa”. Durante o primeiro trimestre, a filial ampliou faturamento em 60%, contra a média de 15% ao redor do mundo.
No Google, o cenário otimista não é diferente. Pelo segundo ano consecultivo, o escritório brasileiro é o que mais cresce em comparação global. Há três anos, o crescimento da empresa é na casa dos três dígitos. Também por isso, o executivo Alexandre Hohagen foi promovido à presidência da companhia na América Latina, enquanto as próprias operações foram transferidas da Califórnia para São Paulo.
01/09/08, da Redação Adnews, com informações do jornal Zero Hora
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 1 de setembro de 2008
GVT e a Mídia Social Brasileira

Na última quarta-feira participei de um encontro com o vice-presidente de Internet e Varejo do Grupo GVT, Alcides Troller. Organizado pela revista Bites que tem como Publisher Manoel Fernandes, a conversa transcorreu de forma muito agradável. A GVT queria falar sobre o mundo da telefonia pela internet, o VoIP. É muito bom ter contato com empresas que entendem a necessidade do diálogo franco e aberto.
Achei interessante que em determinado momento alguns dos participantes se espantaram em saber que algumas empresas utilizam apenas VOIP em sua telefonia, para esses isso pareceu “estranho” e inoportuno, apesar de muitos ali presentes utilizarem desse tipo de serviço. O VP, Alcides, passou uma visão bastante interessante sobre esse produto e concordamos que o VOIP, principalmente com valores agregados como PABX Virtual da Locaweb (serviço que utiliza as linhas VONO, porém com algumas customizações) trata-se de um produto excelente, em custo-benefício, para o pequeno e médio empresário.
Pra finalizar a tarde, todos os participantes receberam um kit com uma linha VONO e um aparelho ATA (que permite ligar um telefone convencional a uma linha VOIP) para experimentar durante um mês.
Parabéns a GVT pela iniciativa. Quem desejar mais informações sobre o Vono pode mandar um email para
comunicacaocorporativa@gvt.com.br.
- Daniel Martins
- dia 22 de agosto de 2008
O Google é uma
empresa de mídia?
Digite “buttermilk pancakes” no Google, e entre os três ou quatro primeiros resultados você encontrará o link para um site chamado Knol, de propriedade do Google, que exibe a foto de uma pilha deliciosa de panquecas de queijo e a sua receita completa.
O Google pretende que o Knol seja um lugar onde especialistas possam compartilhar conhecimento sobre uma variedade de tópicos. Sua intenção é criar um tipo de enciclopédia on-line construída por um grande número de indivíduos. Mas, ao contrário da Wikipedia, que é editada coletivamente e livre de propaganda, os colaboradores do Knol assinam seus artigos e mantêm o controle editorial do conteúdo. E eles podem inserir anúncios em suas páginas, vendidos pelo Google.
O Knol surgiu há cerca de um mês e ainda é relativamente desconhecido, mas já intimida algumas empresas de mídia que consideram o Google um concorrente em potencial. Elas prevêem que o portal de buscas se tornará um rival poderoso, um concorrente que, além de proprietário de um número crescente de sites de conteúdo — como o YouTube, líder em vídeos on-line, e o Blogger, principal serviço de bloggs –, também terá a chave da navegação dos usuários na web.
“Se alguma propriedade do Google estiver de fato tirando dinheiro dos seus parceiros, o problema é real”, disse Wenda Harris Millard, co-chefe executiva da Martha Stewart Living Omnimedia.
Dinheiro, naturalmente, é uma questão central. Quanto pior a classificação de um site no ranking de resultados de busca, menor é o tráfego que recebe dos portais de busca. E se a audiência é menor, o site obtém menos dinheiro com publicidade.
Apesar de a receita de panqueca de queijo da Martha Stewart aparecer abaixo da receita do Knol nos rankings do Google, Millard não acredita que o portal favoreça injustamente as páginas do próprio site. Ela ressalva, porém, que o duplo papel do Google — como portal de busca e como site de conteúdo — gera um problema perceptivo. “Na cabeça das pessoas, a questão é se o Google, que cresce sem parar, conseguirá manter a imparcialidade”, observa.
O Google sempre afirmou que jamais comprometeria a objetividade dos seus resultados de busca. E diz que trata as páginas do Knol da forma a qualquer outra página na internet. “Se as páginas do Knol estão bem classificadas no ranking, é porque mereceram a posição”, disse Gabriel Stricker, porta-voz do Google.
Não há provas de um tratamento preferencial do Knol. Muitas das suas páginas bem posicionadas no ranking do Google também aparecem no topo do Yahoo (na quarta posição).
Há muito tempo o Google insiste que não tem planos de possuir ou criar conteúdo, e que é amigo, e não inimigo, das empresas de mídia. O portal de busca encaminha um número imenso de usuários para milhares de empresas de mídia, muitas das quais também confiam nele para atrair publicidade para os seus endereços.
“Mantemos nossa visão de ser o melhor canal possível de conexão entre o que as pessoas pesquisam e as respostas que obtêm. Por esse motivo, não nos interessa ter ou criar conteúdo”, declarou Stricker. Segundo ele, o Knol é apenas uma ferramenta que permite a outros criar e publicar informação. Só depois disso é que “entramos com o nosso trabalho, o de organizar essa informação”, explica. Ele acrescenta que o Google não detém direitos autorais sobre o conteúdo do Knol e nem inclui seu logo no site.
O Knol não é a primeira iniciativa do Google em hospedagem de conteúdo. Há muito tempo a empresa opera o Blogger, um dos serviços mais populares da categoria. O Google digitaliza milhões de livros, disponibilizados no serviço de busca. Possui os arquivos da Usenet, popular coleção de fóruns de discussão on-line que antecedeu a Web. Também transporta notícias da Associated Press no Google News, e publica informações das bolsas de valores via Google Finance. E, naturalmente, é dono do YouTube, um dos maiores sites de vídeo da web.
Os críticos dizem que cada nova iniciativa do portal nessa área lança ainda mais dúvidas sobre a sua alegação de não ser uma empresa de mídia. “O Google pode dizer que não está no negócio de conteúdo. Mas, se está pagando pessoas e distribuindo e arquivando o trabalho, fica cada vez mais difícil sustentar esse ponto”, disse Jason Calacanis, chefe-executivo do Mahalo, portal de busca que se apóia em editores para criar páginas de assuntos variados. “Eles disputam talentos, anunciantes e usuários com os sites de conteúdo”, acrescenta.
O Knol é considerado um concorrente potencial da Wikipedia e de outros sites que abarcam uma ampla variedade de tópicos, entre eles Mahalo e About.com, este da The New York Times Company. O About usa especialistas, chamados de “guias”, para escrever artigos sobre diferentes assuntos. Perguntado se o Knol representa uma ameaça ao About.com, Martin Nisenholtz, vice-presidente sênior de operações digitais da Times Company, respondeu que “o About.com está muito bem posicionado no mercado.”
O Knol também poderia competir com muitos sites especializados em temas únicos, como o WebMD, que fornece informações médicas, ou com os sites instrutivos mais superciais que proliferam na web, do tipo “faça você mesmo” e que ensinam culinária e outras habilidades. Algumas empresas de mídia digital não se mostram preocupadas com a perspectiva de concorrência.
“Se o Google trata o Knol da mesma forma como trata os outros sites, significa que é apenas mais uma das companhias que produzem conteúdo”, disse Richard Rosenblatt, chefe-executivo da Demand Media, empresa on-line de rápido crescimento que opera sites de conteúdo do estilo “faça você mesmo”, como eHow e ExpertVillage.
Rosenblatt, que era o chefe-executivo da Intermix Media quando esta vendeu o MySpace à News Corp., disse que, se a popularidade do Knol aumentar, ele estudará a possibilidade de postar conteúdo da Demand Media no site. Hoje, da mesma forma que muitas outras empresas de mídia, a Demand veicula uma grande quantidade de vídeos no YouTube. “Temos um enorme volume de tráfego no YouTube, e ele não canibalizou o ExpertVillage”, disse o executivo.
Outras empresas de mídia, como a WebMD, já colocaram seu conteúdo no Knol. “Participamos do Google Knol na base de teste, como fizemos com outras ofertas similares. Estamos avaliando sua eficácia no desenvolvimento de percepção da marca WebMD”, explicou por e-mail a porta-voz da companhia, Jennifer Newman.
Millard, a executiva da Martha Stewart, disse que pensou em usar o Knol mas mudou de idéia: “Se fizermos isso, construiremos o negócio deles, e não o nosso.”
Calacanis, do Mahalo, disse que o crescente avanço do Google na área de conteúdo poderá criar conflitos semelhantes aos enfrentados pela Microsoft em seu duplo papel – de provedora de um sistema operacional que roda aplicações de outros, e de desenvolvedora de suas próprias aplicações.
Com sites como YouTube, Knol, Blogger e outros, apontou, o Google possivelmente responderia por três dos dez primeiros resultados apresentados em algumas buscas – o que poderia afastar seus parceiros de propaganda, mesmo sem indícios de que estaria favorecendo artificialmente os seus próprios sites.
Apesar da sua contribuição para o sucesso de outros provedores, é evidente que o Google não deixará de entrar em áreas de conteúdo que considera de “alto valor”, disse David Yoffie, professor da Harvard Business School. “Se sou um provedor de conteúdo que depende do Google como mecanismo de geração de tráfego, devo temer sua eventual concorrência no futuro? A resposta é absolutamente, positivamente sim”, afirmou.
Apesar da aparente imparcialidade do Google nas respostas às buscas, o professor acredita que a expansão do portal na área de conteúdo levará aos mesmos conflitos enfrentados pela Microsoft há mais de dez anos. “Muitos dos problemas que aconteceram nos anos 1990 entre a Microsoft e seu ecossistema ocorrerão também com Google “, conclui Yoffie.
Por Miguel Helft/The New York Times
(Publicado pela Gazeta Mercantil)
19/08/08. Post original por AdNews
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 19 de agosto de 2008
Microsoft compra empresa
de busca semântica
Aquisição da Powerset é uma tentativa de derrubar o Google, líder nas buscas de internet
A Microsoft comprou, no mês passado, a pequena empresa de busca na internet Powerset. A aquisição da companhia, desenvolvedora das chamadas “buscas semânticas”, é uma tentativa da criadora do Windows de bater o Google, líder de buscas na web.
Há quem diga que até mesmo a popularidade das tags – em que usuários associam páginas, imagens e textos a palavras-chave – já é o início da construção de uma web semântica. Serviços de “social bookmarking” como o famoso Delicious, que passou por uma reestruturação no mês passado, seriam o começo para a elaboração de uma internet mais inteligente.
Também chamada de Web 3.0 por alguns futurólogos, a suposta superação do atual modelo de redes sociais já possui alguns embriões. Em junho deste ano, o surgimento do Tag Galaxy, que organiza fotos do Flickr de modo visual e a partir das tags das imagens, também fez barulho na web.
A teoria possui respaldo de pensadores famosos da cibercultura. O filósofo Pierre Lévy, por exemplo, aposta em uma linguagem que permita articular todos os conhecimentos acumulados na web como blocos semânticos de informação. “Falo em algo que permita que as pessoas manipulem esses conhecimentos ilimitados, um sistema diferente de pensar a vida”, sugere Lévy.
- Daniel Martins
- dia 7 de agosto de 2008