21,2 milhões de internautas brasileiros usam o YouTube
No Brasil, 21,2 milhões de internautas utilizaram o YouTube em julho. Cerca de 60% da população que possui acesso à internet utilizou o serviço, de acordo com um relatório do Ibope Nielsen Online. (mais…)
- Comente aqui
- Ivan Vasconcelos, PinSEM
- dia 18 de agosto de 2009
VÃdeos online têm recorde de audiência nos EUA
Dezembro foi o melhor mês no quesito audiência para os vÃdeos online nos Estados Unidos. Quase 150 milhões de americanos (ou 80% da audiência total da internet no paÃs) assistiram a mais de 14 bilhões de vÃdeos na web, segundo a comScore.
De acordo com o portal Techradar, esse número registra um aumento de 13% em relação do mês de novembro e representa uma média de 100 clipes assistidos por pessoa.Â
O YouTube é o site de vÃdeo mais popular e detém cerca de 40% da audiência online, quase dez vezes mais do que o próximo do ranking, a Fox Interactive, que registra apenas 3% da preferência dos internautas. Em seguida aparece o Hulu – site de vÃdeos formado pelos grupos NBC Universal e News Corp e tido como forte concorrente à hegemonia do YouTube, mas que ainda não emplacou – com 1,7% de participação.Â
A vantagem do Hulu é hospedar vÃdeos mais longos, com tempo médio de 10,1 minutos, enquanto no YouTube a média fica em 3,2 minutos.
05/02/09, do post original da Redação AdNews
- PinSEM
- dia 5 de fevereiro de 2009
“Crise beneficiará anúncios em vÃdeos online”, diz YouTube
O mercado mundial de vÃdeos online deverá ser beneficiado nesse momento de crise, segundo previsão do co-fundador do Youtube Chad Hurley na última sexta-feira (30), no Fórum Econômico Mundial, em Davos. De acordo com o agora presidente-executivo da empresa, o rápido crescimento na demanda de vÃdeos na web significa que o site está atingindo audiências maiores e comercialmente mais valiosas.
O YouTube ficou famoso mundialmente ao crescer rapidamente e tornar-se o maior site de vÃdeos, com oferta de variedade de conteúdo que inclui desde vÃdeos musicais a discursos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Hurley afirmou que o site recebe a cada minuto mais de 15 horas de vÃdeo e que os números deverão crescer. Ele comparou a audiência do site com a da TV e declarou que as pessoas trocarão a televisão – que, segundo ele, não é tão mensurável – por um veÃculo que permite que elas atinjam audiência das mesmas dimensões, e a uma fração do custo, afirmou Chad durante a mesa-redonda.
A expectativa do mercado publicitário é que os investimentos caiam significativamente este ano conforme a recessão se espalha mundialmente. Apesar do cenário ruim, o presidente-executivo do grupo Publicis afirmou em entrevista à Reuters que a mÃdia digital sofrerá menos impacto do que a tradicional.
Hurley afirmou que o YouTube está testando diversos modelos publicitários, entre os quais práticas tradicionais da mÃdia eletrônica de massa, como os comerciais, assim como anúncios de abertura exibidos antes da execução de um vÃdeo. Segundo ele, é preciso experimentar.
02/02/09, do post original da Redação AdNews
- PinSEM
- dia 2 de fevereiro de 2009
YouTube se aproxima da produção profissional
O YouTube e a William Morris Agency, agência de Hollywood, estão próximos de fazer um acordo para que os clientes da empresa produzam vÃdeos especialmente para a web. A negociação teria sublinhado que os formatos de distribuição estão evoluindo na internet.
Alguns atores e outras celebridades estão criando seu próprio conteúdo para a rede, deixando pra trás o árduo processo de desenvolvimento de um programa para uma rede de TV. O acordo com o site de vÃdeos daria aos clientes da William Morris uma participação nos vÃdeos que eles criassem para o portal.
Segundo reportagem do New York Times, duas pessoas próximas à s negociações – que falaram na condição de anonimato, já que estão proibidas de falar sobre o assunto – descreveram o acordo como mais uma tentativa do YouTube de profissionalizar o conteúdo do site, que em sua maioria exibe material amador, criado pelos usuários. As fontes acrescentaram que o acordo ainda não foi fechado. Os representantes da empresa não quiseram comentar o assunto.
A adição de mais vÃdeos por uma lista de atores, músicos e outras estrelas iria reforçar a identidade do site como uma nova fonte de informação próxima da geração de entretenimento, e poderia ajudar o Google a descobrir a resolução de um dos maiores problemas que vem enfrentando: com ganhar dinheiro com os milhões de vÃdeos hospedados de graça.
A audiência do YouTube é enorme. Durante a última medição, a comScore afirmou que o site tinha alcançado a marca de 100 milhões de visitantes nos Estados Unidos em outubro. Mas, por causa de copyrights, a empresa não pode colocar anúncios no vÃdeo que o usuário carregou, ou próximo a ele. O resultado é que o site só ganha dinheiro com uma fração dos vÃdeos postados no site, como os da parceria com as empresas CBS e Universal Music.
Fred Davis, um dos sócios do escritório de advocacia Davis, Shapiro, Lewit & Hayes, que assessora diversas empresas de entretenimento, como o YouTube, disse que a produção profissional é especilmente importante para empresas como o site porque ela pode atrair usuários de formas que a produção amadora não consegue fazer.
A associação com um talentosa agência mostra que o YouTube quer ser um dos principais destinos dos conteúdos de Hollywood. O patrocÃnio de um show ao vivo em novembro, o YouTube Live, quis mandar a mesma mensagem.
Um acordo com a William Morris seria um significante passo nessa direção. A agência representa um número grande de clientes como os atores Denzel Washington e Russell Crowe, e os produtores J.J Abrams e Michael Bay. Na semana passada, a companhia assinou um contrato com a antiga Secretária de Estado Condoleeza Rice.Â
Davis assinala que agências como a William Morris sempre foram ativas em cultivar criadores para projetos originais na internet.
Ele afirma que alguns dos talentos das mÃdias tradicionais estão procurando se expandir na web. Davis ainda diz que as pessoas sabem que a monetarização desse conteúdo ainda não está correta, mas também percebem o grande potencial que as mÃdias digitais possuirão quando o negócio amadurecer.
29/01/09, do post original da Redação AdNews
- PinSEM
- dia 30 de janeiro de 2009
YouTube libera migração de anúncios
O Youtube está próximo de permitir que alguns poucos parceiros de peso, como a rede de TV CBS, possam colocar os próprios anunciantes em seus vÃdeos e canais.
De acordo com reportagem do Plantão Info, a notÃcia foi lançada exclusivamente ontem pelo blog TechCrunch, ontem (21). As companhias privilegiadas poderão transferir seus anúncios para vÃdeos que os usuários fizerem upload, por meio do recurso Content ID, que reconhece a origem autoral da mÃdia.
Apenas 4% dos vÃdeos postados no site são parceiros de companhias, segundo levantamento do Wall Street Journal em julho de 2008. De lá para cá, as coisas parecem não ter mudado muito.
Há meses o YouTube está buscando acordos com redes de televisão e estúdios de cinema de Hollywood para oferecer um conteúdo mais profissional ao site, afinal a imagem de ser um site feito por colaborações de ‘amadores’ espanta os anunciantes’. Eles, por sua vez, buscam outros publicadores similares e com mais mÃdias oficiais, como é o caso do americano Hulu.
Por fim, acordos no final do ano passado não promoveram grandes resultados, mas ajudaram a melhorar a imagem do site, como na parceria com a MGM. Apesar disso, em dezembro passado o YouTube encerrou o acordo com a gravadora Warner, que pediu que todas as suas mÃdias fossem retiradas do site.
22/01/09, do post original da Redação AdNews
- PinSEM
- dia 23 de janeiro de 2009