YouTube vai procurar amigos dos usuários

10/09/09, da Redações Adnews

O YouTube anunciou que adicionará novas ferramentas para permitir que os usuários encontrem seus amigos nos domínios do site.

O INFO Online informou que o site de vídeos do Google colocará no ar uma série de recursos interligados como uma caixa de sugestões escrita “Talvez você conheça essas pessoas”, mais ou menos parecido com a ferramenta da rede social Facebook. (mais…)

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 10 de setembro de 2009

21,2 milhões de internautas brasileiros usam o YouTube

No Brasil, 21,2 milhões de internautas utilizaram o YouTube em julho. Cerca de 60% da população que possui acesso à internet utilizou o serviço, de acordo com um relatório do Ibope Nielsen Online. (mais…)

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 18 de agosto de 2009

YouTube incrementa estatísticas de vídeos

O YouTube melhorou as estatísiticas de sua ferramenta de vídeos. Agora, a aba “Estatísticas & dados” contém mais informações específicas sobre o público que acompanha os vídeos postados no site. (mais…)

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 17 de agosto de 2009

A cada minutos, o YouTube recebe 20 horas de vídeo

O YouTube bate novo recorde entre os sites de vídeos na rede. Segundo informações do Google Discovery, nesta última quarta-feira o site atingiu a marca de 20 horas de vídeos enviados a cada minuto. (mais…)

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 22 de maio de 2009

Google lança seu primeiro comercial na TV

Após 10 anos vida, só agora o Google decidiu ir à TV. A marca mais valiosa do mundo, segundo pesquisa recente da Millward Brown, estreia seu primeiro comercial na telinha, para promover seu navegador Chrome.

A campanha de marketing em torno do produto já acontecia desde o mês passado. Os 11 vídeos, encomendados a agências de propaganda, foram exibidos inicialmente no YouTube e, aos poucos, foram disseminados em sites entre anúncios. Um banner na página principal do New York Times online também foi veiculado.

Cada um dos vídeos foi produzido teve o custo de US 10 mil e alcançou milhões de visualizações no YouTube. A peça que irá ao ar na TV (confira abaixo) já marcou mais de 2 milhões de acessos. Apesar de nunca ter anunciado na TV, o Google já teve sua marca exposta em outros comerciais que incitavam o espectador a procurar por algo em seu sistema de buscas.

Atualmente, o Chrome é apenas o quarto colocad entre os navegadores com participação de 1,42%. Á frente dele está o Safari, da Apple (8,2%), Firefox, da Mozilla (22,5%)e o líder Internet Explorer, cuja participação é de 66%.


Primeiro comercial do Google para TV: Google Chrome

08/05/09, do post original da AdNews

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 9 de maio de 2009

Youtube chega aos 100 milhões de usuários

Com 43% de participação no mercado de vídeos online americano, o YouTube alcançou a marca de 100 milhões de  visitantes e 6,4 bilhões de visualizações em janeiro. A plataforma do Google chegou a uma média de 64 visualizações por internauta. 

Segundo informações da EFE, um relatório da consultoria comScore apontou um crescimento de 4% no número de  vídeos assistidos em comparação com os dados de dezembro de 2008. 

O segundo lugar ficou com a Fox Interactive, que registrou 552 milhões de vídeos e 62  milhões de usuários.

06/03/09, do post original da Redação AdNews

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dia 6 de março de 2009

Internautas rejeitam publicidade em vídeos, diz IAB

Uma pesquisa realizada pelo IAB revelou que os usuários de internet não gostam de ser expostos à propaganda enquanto assistem vídeos on demand ou TV online.

De acordo com os dados, ele preferem ser ‘incomodados’ com mensagens publicitárias quando fazem compra pela web.

Além disso, a pesquisa também mostrou que jovens e adultos prestam mais atenção nas propagandas em horários diferente. Enquanto os mais jovens são mais receptivos entre 9h00 e 14h00, adultos entre 25 e 64 ano tendem a ficar mais atentos às mensagens após as 18h00.

Ainda segundo o relatório, momentos de receptvidade, como durante o uso das ferramentas de busca, downloads, leitura de noticias ou resultados esportivos e durante jogos online, são melhores para abordar os possíveis consumidores.

20/02/09, do post original da Redação Adnews

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dia 26 de fevereiro de 2009

YouTube completa 4 anos!

O YouTube, o maior serviço de compartilhamento de vídeos da internet, completou hoje 4 anos existência! Embora o domínio tenha sido registrado em 15 de fevereiro de 2005, uma prévia do serviço ocorreu apenas em Maio de 2005.

Criado por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, ambos ex-empregados da PayPal, o YouTube demonstrou que poderia fornecer ainda mais poderes as pessoas ao apresentar ferramentas simples e fáceis, permitindo publicar rapidamente um vídeo na internet e se comunicar com milhões de pessoas.

Depois de muitos rumores, em 9 de outubro de 2006, os co-fundadores Chad Hurley e Steve Chen anunciaram com extrema alegria que a companhia havia sido adquirida pelo Google por 1,65 bilhão de dólares em ações.

Parabéns YouTube!

15/02/09, do post original do Google Discovery

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dia 16 de fevereiro de 2009

Praticidade e liberdade chamam usuários para web, diz YouTube

O YouTube apresentou hoje em workshop para o mercado publicitário dados de duas pesquisas inéditas sobre o portal de vídeos. Segundo o presidente da divisão brasileira da empresa, Alex Dias, o site já é o segundo maior em buscas, além de ocupar o primeiro lugar entre os sites de vídeos no Brasil. “O Brasil é o terceiro no ranking de permanência online e o sexto maior mercado em usuários”, afirmou Dias.

A primeira pesquisa foi realizada no ano passado pela Media-Screen e quis entender o comportamento dos usuários em relação aos sites de vídeos.  Cerca de 55% dos entrevistados afirmaram assistir vídeos pela Internet pelo menos uma vez ao dia e 79% deles afirmam que um dos motivos principais para assistir aos vídeos pela web é a praticidade. “O que chama a atenção das pessoas é a liberdade de assistir o que quiserem na hora em que quiserem”, comentou o gerente de marketing Valdir Leme. 

No que diz respeito aos tipos de vídeos assistidos, há um equilíbrio entre o conteúdo profissional e amador, cada um deles com 40% da preferência dos usuários. 20% ainda acessam esses sites para procurar anúncios de produtos, serviços ou filmes, por exemplo. Na categoria de vídeos profissionais mais vistos aparecem Música, Seriados e Comédia, e Documentários. Já na categoria amadora, Comédia, Paródias e Música, nessa ordem, aparecem entre as categorias preferidas. O estudo entrevistou 506 pessoas, maiores de 18 anos, que afirmaram ter assistido a vídeos em sites especializados nos 30 dias anteriores à pesquisa. 

E se o YouTube fosse uma pessoa?

O Google encomendou um segundo estudo sobre o YouTube dessa vez para compreender como o usuário vê o YouTube. Conduzida pela Kae Marketing Inteligence, a pesquisa entrevistou 1000 pessoas por meio de um formulário web e, entre outras questões, solicitou que as pessoas atribuíssem características ao portal caso ele fosse uma pessoa.  O resultado foi extremamente positivo e encontrou qualidades como divertido, influenciador, legal, acessível para todos, jovem, mente aberta, global, e feito para alguém como eu. 

A importância dos anúncios

Os internautas também se revelaram abertos à publicidade no YouTube, um alívio para a empresa quando há muito vem se discutindo uma forma de monetarização do portal sem que o usuário fique chocado. 46% usuários dos entrevistados afirmaram que não se importam em ver propaganda no site e 33% informam gostar do que chama de anúncios “criativos”, “legais” e “engraçados”. “Quanto mais engajados com o site, menos eles reclamam”, afirmou Leme.

O YouTube trabalha atualmente com três formatos publicitários. O vídeo banner aparece direto na home page permite que o site entregue mais de 6 milhões de impressões por dia em dois formatos: click to play, em que o usuário clica para visualizar o conteúdo do anúncio, e o auto play, aquele que ‘roda’ sozinho, porém sem som. Se o internauta clicar nele, o vídeo volta ao início e ele consegue assisti-lo com som. 

Há também o MastHead, formato de cabeçalho que pode agregar o vídeo a outros conteúdos. Há também o Brand channel, um canal criado para que haja a interação da marca com os usuários. “Há cases bem interessantes, como o canal da Nike no YouTube. Vários vídeos possuem milhões de visualizações, como os virais que a marca costuma produzir”, afirmou a gerente comercial da companhia, Kika Osklen. 

O Brasil tem um grande consumo de mídia online, apesar do pouco investimento na área, em torno de 3,4% de participação segundo os dados apresentados. Sabendo disso, o Google continuará promover eventos com a classe publicitária para estreitar as relações e mostrar o seu potencial para o mercado. Segundo o presidente Alex Dias, “é preciso diversificar e é necessário não apostar todas as fichas em um tipo de mídia apenas”.

12/02/09, do post original da Redação AdNews

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dia 13 de fevereiro de 2009

Vídeos online têm recorde de audiência nos EUA

Dezembro foi o melhor mês no quesito audiência para os vídeos online nos Estados Unidos. Quase 150 milhões de americanos (ou 80% da audiência total da internet no país) assistiram a mais de 14 bilhões de vídeos na web, segundo a comScore.

De acordo com o portal Techradar, esse número registra um aumento de 13% em relação do mês de novembro e representa uma média de 100 clipes assistidos por pessoa. 

O YouTube é o site de vídeo mais popular e detém cerca de 40% da audiência online, quase dez vezes mais do que o próximo do ranking, a Fox Interactive, que registra apenas 3% da preferência dos internautas. Em seguida aparece o Hulu – site de vídeos formado pelos grupos NBC Universal e News Corp e tido como forte concorrente à hegemonia do YouTube, mas que ainda não emplacou – com 1,7% de participação. 

A vantagem do Hulu é hospedar vídeos mais longos, com tempo médio de 10,1 minutos, enquanto no YouTube a média fica em 3,2 minutos.

05/02/09, do post original da Redação AdNews

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dia 5 de fevereiro de 2009

Google integra YouTube ao Google Talk

Mais um recurso foi inserido ao Google Talk existente dentro do serviço de emails da Google, Gmail. Agora, usuários podem assistir vídeos do YouTube diretamente em suas janelas de bate-papo, sem precisar abrir uma nova janela para isso.

Segundo o site TechCrunch, o recurso, que não funciona para o cliente externo de bate-papo, transforma links para vídeos no YouTube e Google Video em pequenas janelinhas de vídeo.

Basta colar um link para qualquer vídeo do serviço que, ao enviá-lo por mensagem, ele será transformado em uma miniatura com o botão Play. Quando este botão é pressionado, o vídeo aparece no topo da janelinha de papo, com uma barra de navegação e controle de som.

Por enquanto, o recurso está disponível apenas para as janelas de bate-papo, mas não seria má idéia adaptá-lo também para mensagens trocadas por email. A novidade segue outra recente adição ao serviço de bate-papo do Gmail, que no fim de 2008 recebeu suporte à conversas em áudio e vídeo.

26/01/09, do  post original do Geek

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dia 3 de fevereiro de 2009

“Crise beneficiará anúncios em vídeos online”, diz YouTube

O mercado mundial de vídeos online deverá ser beneficiado nesse momento de crise, segundo previsão do co-fundador do Youtube Chad Hurley na última sexta-feira (30), no Fórum Econômico Mundial, em Davos. De acordo com o agora presidente-executivo da empresa, o rápido crescimento na demanda de vídeos na web significa que o site está atingindo audiências maiores e comercialmente mais valiosas.

O YouTube ficou famoso mundialmente ao crescer rapidamente e tornar-se o maior site de vídeos, com oferta de variedade de conteúdo que inclui desde vídeos musicais a discursos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Hurley afirmou que o site recebe a cada minuto mais de 15 horas de vídeo e que os números deverão crescer. Ele comparou a audiência do site com a da TV e declarou que as pessoas trocarão a televisão – que, segundo ele, não é tão mensurável – por um veículo que permite que elas atinjam audiência das mesmas dimensões, e a uma fração do custo, afirmou Chad durante a mesa-redonda.

A expectativa do mercado publicitário é que os investimentos caiam significativamente este ano conforme a recessão se espalha mundialmente. Apesar do cenário ruim, o presidente-executivo do grupo Publicis afirmou em entrevista à Reuters que a mídia digital sofrerá menos impacto do que a tradicional.

Hurley afirmou que o YouTube está testando diversos modelos publicitários, entre os quais práticas tradicionais da mídia eletrônica de massa, como os comerciais, assim como anúncios de abertura exibidos antes da execução de um vídeo. Segundo ele, é preciso experimentar.

02/02/09, do post original da Redação AdNews

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dia 2 de fevereiro de 2009

YouTube se aproxima da produção profissional

O YouTube e a William Morris Agency, agência de Hollywood, estão próximos de fazer um acordo para que os clientes da empresa produzam vídeos especialmente para a web. A negociação teria sublinhado que os formatos de distribuição estão evoluindo na internet.

Alguns atores e outras celebridades estão criando seu próprio conteúdo para a rede, deixando pra trás o árduo processo de desenvolvimento de um programa para uma rede de TV. O acordo com o site de vídeos daria aos clientes da William Morris uma participação nos vídeos que eles criassem para o portal.

Segundo reportagem do New York Times, duas pessoas próximas às negociações – que falaram na condição de anonimato, já que estão proibidas de falar sobre o assunto – descreveram o acordo como mais uma tentativa do YouTube de profissionalizar o conteúdo do site, que em sua maioria exibe material amador, criado pelos usuários. As fontes acrescentaram que o acordo ainda não foi fechado. Os representantes da empresa não quiseram comentar o assunto.

A adição de mais vídeos por uma lista de atores, músicos e outras estrelas iria reforçar a identidade do site como uma nova fonte de informação próxima da geração de entretenimento, e poderia ajudar o Google a descobrir a resolução de um dos maiores problemas que vem enfrentando: com ganhar dinheiro com os milhões de vídeos hospedados de graça.

A audiência do YouTube é enorme. Durante a última medição, a comScore afirmou que o site tinha alcançado a marca de 100 milhões de visitantes nos Estados Unidos em outubro. Mas, por causa de copyrights, a empresa não pode colocar anúncios no vídeo que o usuário carregou, ou próximo a ele. O resultado é que o site só ganha dinheiro com uma fração dos vídeos postados no site, como os da parceria com as empresas CBS e Universal Music.

Fred Davis, um dos sócios do escritório de advocacia Davis, Shapiro, Lewit & Hayes, que assessora diversas empresas de entretenimento, como o YouTube, disse que a produção profissional é especilmente importante para empresas como o site porque ela pode atrair usuários de formas que a produção amadora não consegue fazer.

A associação com um talentosa agência mostra que o YouTube quer ser um dos principais destinos dos conteúdos de Hollywood. O patrocínio de um show ao vivo em novembro, o YouTube Live, quis mandar a mesma mensagem.

Um acordo com a William Morris seria um significante passo nessa direção. A agência representa um número grande de clientes como os atores Denzel Washington e Russell Crowe, e os produtores J.J Abrams e Michael Bay. Na semana passada, a companhia assinou um contrato com a antiga Secretária de Estado Condoleeza Rice. 

Davis assinala que agências como a William Morris sempre foram ativas em cultivar criadores para projetos originais na internet.

Ele afirma que alguns dos talentos das mídias tradicionais estão procurando se expandir na web. Davis ainda diz que as pessoas sabem que a monetarização desse conteúdo ainda não está correta, mas também percebem o grande potencial que as mídias digitais possuirão quando o negócio amadurecer.

29/01/09, do post original da Redação AdNews

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dia 30 de janeiro de 2009

YouTube libera migração de anúncios

O Youtube está próximo de permitir que alguns poucos parceiros de peso, como a rede de TV CBS, possam colocar os próprios anunciantes em seus vídeos e canais.

De acordo com reportagem do Plantão Info, a notícia foi lançada exclusivamente ontem pelo blog TechCrunch, ontem (21). As companhias privilegiadas poderão transferir seus anúncios para vídeos que os usuários fizerem upload, por meio do recurso Content ID, que reconhece a origem autoral da mídia.

Apenas 4% dos vídeos postados no site são parceiros de companhias, segundo levantamento do Wall Street Journal em julho de 2008. De lá para cá, as coisas parecem não ter mudado muito.

Há meses o YouTube está buscando acordos com redes de televisão e estúdios de cinema de Hollywood para oferecer um conteúdo mais profissional ao site, afinal a imagem de ser um site feito por colaborações de ‘amadores’ espanta os anunciantes’. Eles, por sua vez, buscam outros publicadores similares e com mais mídias oficiais, como é o caso do americano Hulu.

Por fim, acordos no final do ano passado não promoveram grandes resultados, mas ajudaram a melhorar a imagem do site, como na parceria com a MGM. Apesar disso, em dezembro passado o YouTube encerrou o acordo com a gravadora Warner, que pediu que todas as suas mídias fossem retiradas do site.

22/01/09, do post original da Redação AdNews

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dia 23 de janeiro de 2009

Você paga pela banda do Google, diz estudo

A pesquisa do instituto Precursor – já contestada pelo Google – alega que a empresa de internet utiliza 16,5% da capacidade de consumo da internet comercial nos Estados Unidos. Em 2010, a empresa consumirá 37% de toda a banda, aponta o estudo.

O alto consumo do Google é puxado pelos robôs de busca que vasculham as páginas da internet indexando conteúdo e pelos vídeos do YouTube, que respondem por quase a metade todo o streaming da web, segundo o estudo.

O estudo estima que o Google gastou cerca de US$ 344 milhões para financiar a banda larga comercial em 2008 – o que equivale a 0,8% dos custos mensais com a internet, que somam US$ 44 bilhões.

O instituto sugere que, portanto, os usuários garantem um subsídio de US$ 6,9 bilhões ao Google, só nos Estados Unidos.

Scott Cleland, presidente da Precursor e autor do estudo, disse no blog da empresa que a principal conclusão do estudo é que os maiores usuários de banda – como o Google – devem ter uma contribuição proporcional para os custos de infra-estrutura.

O Google já rebateu as críticas em um de seus blogs, acusando o estudo de ser parcial. Richard Whitt, conselheiro de mídia do Google, afirmou que Cleland é pago por empresas de telefonia e cabo, como AT&T, Verizon e Time Warner.

Segundo Whitt, o Google já gasta bilhões com banda e servidores para manter seus data centers e para trafegar os dados dos seus domínios para o backbone da internet.

O executivo argumenta ainda que é um erro contabilizar serviços usados voluntariamente pelos internautas por meio dos seus pacotes de banda larga como responsabilidade do Google.

Por Daniela Moreira, de INFO Online, publicado no AdNews em 05/12/08

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 6 de dezembro de 2008

YouTube muda para driblar manipulação

O Google anunciou mudanças no YouTube para evitar que práticas de SEO (Search Engine Optimization) sejam utilizadas para manipular o usuário.

Em seu blog, o site revelou uma série de mudanças que planekam esconder vídeos considerados pouco relevantes e dar mais visibilidade a vídeos com potencial de obter alta audiência.

De acordo com o texto,  mudança mais significativa está no algoritmo usado pelo YouTube para sugerir vídeos relacionados ao final do vídeo que estava sendo transmitido.

De acordo com os administradores do site, muitos publicadores utilizam técnicas de SEO para enganar os internautas, como por exemplo, o preenchimento de com informações erradas os campos de tags, títulos e descrições. Isto pode ser feito para associar um vídeo a outro muito popular e alavancar a audiência de um conteúdo de forma artificial.

Outra alteração é na forma como o YouTube exibe as miniaturas de vídeo. O site não irá mais vai escolher o primeiro frame do vídeo, mas sim um frame aleatório, o que deve evitar a utilização de imagens apelativas para chamar a atenção do usuário.

A terceira modificação é no filtro do YouTube para combater o conteúdo pornografico. O novo filtro vai restringir também vídeos que possuem conteúdo “sexualmente sugestivo”, nas palavras do Google.

A empresa considera “sexualmente sugestivos” vídeos que insinuam relações sexuais ou mostram imagens de nudez parcial. Se não forem banidos do site, os vídeos solicitarão confirmação de idade para que possam ser transmitidos.

03/12/08, da redação Adnews, com informações do Plantão INFO

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Ivan Vasconcelos, PinSEM
dia 3 de dezembro de 2008

Google estréia anúncios de vídeos no Youtube

Era uma vez uma idéia de dois amigos: juntar todas as informações da web e apresentá-las de forma rápida e fácil para os usuários em busca de informações espalhadas (nessa época) em milhares de sites. O sucesso foi tanto que hoje nos questionamos se houve vida na internet antes do Google. Como todo esforço e, principalmente, boas idéias devem ser recompensados, logo veio um plano de negócio para a nova ferramenta: além dos resultados oferecidos pelo serviço gratuito, por que não aproveitar um pouco do espaço para vender publicidade? Outra idéia fantástica que se converteu em êxito e transformou os dois amigos não só em milionários, mas também em ícones de um novo panorama econômico.

Então vieram outros três (ou seriam quatro?) amigos que criaram um novo site de sucesso: o Youtube. A febre se espalhou rapidamente, ajudada pela popularização da banda larga e de equipamentos de produção de vídeo (câmeras digitais baratas, celulares, webcams…), contrinuindo para que cada vez mais pessoas se envolvessem com a idéia de compartilhamento de material audio-visual na rede. Segundo dados do Google, atualmente, a cada minuto, mais 13 horas de vídeos são adicionadas ao site.

Os amigos do Google – já profissionais nesse momento – aproveitaram a idéia dos novos amigos e compraram o Youtube em outubro de 2006, pelo qual desembolsaram US$ 1,6 bilhão. Mas os grandes números param por ai. Desde a aquisição, o Google não conseguiu implementar um plano de negócio que justificasse o valor da compra e trouxesse lucros à empresa. Pelo menos não até hoje.

Seguindo a velha tática do “não perca tempo reinventando a roda” a companhia decidiu fazer negócio com o que mais entende: resultado de buscas. Sim, depois de algumas tentativas frustadas por rejeições de usuários, o Google acaba de anunciar os anúncios de vídeos do Youtube.

A novidade (ou não) que o diferencia das outras experiências é que essa não interfere nas atividades do usuário. Ele não precisará esperar um anúncio antes de ver o vídeo que deseja e nem verá sua tela tomada por anúncios de texto. A dinâmica é praticamente a mesma dos resultados da página central do Google: de um lado os resultados naturais, do outro os pagos.

Explicando melhor: ao procurar um determinado termo, o Youtube continuará apresentando os vídeos adicionados por usuários que são relevantes à procura, mas além deles também mostrará vídeos feitos por anunciantes e pagos por cliques.

A idéia parece boa, pois segue a mesma lógica do AdWords: o anúncio é mostrado para um público que já está procurando um determinado produto e, portanto, as chances de “convencê-lo” são maiores. Nada mais natural que fazer isso no mesmo formato de mídia que o internnauta está buscando.Mas ainda não vejo um sucesso tão próximo. Isso por duas razões básicas. Primeiro, quando estou procurando algo e aparece um anúncio do AdWords ao lado com a palavra-chave, provavelmente eu me sentirei atraída e vou ler o anúncio inteiro, ou seja, a mensagem será passada por completo na maioria dos casos. Tería que ser um anúncio muito ruim para me fazer desistir na metade de três linhas. Já no vídeo será mais difícil chamar a atenção. Acho que os anunciantes terão que ser muito criativos em criar imagens de início instigantes e ainda prender o usuário até o fim da mensagem.O segundo problema é um clássico de quase tudo o que é novo na internet: tecnologia. Pelo menos no Brasil ainda não é a maioria que tem acesso à banda larga de qualidade e isso piora bastante a experiência do usuário. Dou o exemplo da minha casa. Eu moro no Espírito Santo, onde a maior velocidade para internet residencial é de 1Mb. Tenho essa velocidade e cada vez que quero ver um vídeo no Youtube tenho que esperar alguns segundos (muitas vezes minutos) para carregar e vê-lo por completo. Sinceramente não sei se me daria o trabalho de fazê-lo para ver anúncios.

As campanhas mais bem sucedidas até hoje na internet foram virais. Uma pessoa achou legal e recomendou a um amigo, que recomendou a outros… e assim vimos desconhecidos, histórias inusitadas e muito mentos com coco-cola se espalharem pela web como um vírus mesmo. Acho que continuará assim, mas lógico, os anúncios do Youtube serão muito mais direcionados a um público alvo específico, que uma vez atingido, estará mais propenso a consumir.

Para os anunciantes o procedimento é bem parecido ao do AdWords: escolha das palavras-chave, público alvo, CPC, orçamento diário, anúncio… Só que na hora de escolher o target… está disponível somente para os Estados Unidos por enquanto. Teremos que esperar para ver como o público brasileiro receberá a novidade e saber se o Youtube, finalmente, dará algum retorno ao Google.

Fico na torcida, pois como freqüentadora assídua do Youtube, quero que o serviço continue sendo oferecido com a qualidade (ou até melhor) que tem hoje e entendo que isso tem um custo muito alto. Mas ainda não consegui visualizar uma forma de recompensa para os produtores de conteúdo, pois a maior parte do sucesso do site se deve aos milhares de anônimos que criam vídeos vistos por milhões de pessoas no mundo inteiro e ainda não receberam um centavo por isso.

Luciana Couto : Mestranda em Jornalismo, analista de marketing digital, webwriter e geek nas horas vagas. Trabalha atualmente na Fivecom, empresa de soluções em Web 2.0 e mantém um blog pessoal.

Publicado em 14/11 no UnderGoogle

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admin
dia 17 de novembro de 2008

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